Dias | Aprender a ser feliz

9/26/2018



Os bons momentos inesperado é o que fazem a vida valer a pena. Tal como disse no post anterior, o fim de semana passado teve alguns desses momentos e, hoje vou falar de um deles: de como fui parar a um palco com uma multidão à frente.

Sábado foi um dia especial. Já estava planeado sê-lo há algum tempo. Foi um dia de festa para a minha família e, apesar do que possa acontecer, ter a família unida é sempre bom. "Os primos" juntos é animação garantida.

No mesmo dia havia um concerto aqui perto, do Miguel Gameiro. E, no final da festa, fui com uns primos para o concerto. Como já tínhamos ido a concertos do artista antes, sabíamos que ele tem o hábito de chamar pessoas para o palco. Se alguma vez me passou para a cabeça voluntariar-me? Nunca! Contudo uma das minhas primas queria ir e queria companhia. E se os primos dizem "vamos?" eu respondo "estou lá". E assim foi... Quando o Miguel Gameiro começou a perguntar quem queria dançar e subir para o palco, começamos a correr feitas loucas para sermos das primeiras a chegar. Fomos mesmo as primeiras e quando chegámos lá a cima e vimos aquela multidão de gente nem sabíamos onde nos devíamos meter. Lá nos dirigimos ao cantor, que nos deu um abraço e um beijinho. Começaram a chegar mais pessoas. Ele começou a cantar. Comecei a ver caras conhecidas na plateia, a multidão parecia cada vez mais real e quando ele saiu do palco para ir cantar para o meio do público os olhos caíam sobre nós.

Primeiro foi estranho, porque não estou habituada a ser o centro das atenções. Mas passou rápido. Afinal estava ali, com a minha prima mais doida, e com um monte de desconhecidos para dançar, saltar e me divertir. E foi exatamente isso que fiz. Tentei registar, mas não resultou muito e o importante era viver e aproveitar o momento.

E no final, acabei com uma experiência completamente diferente e com uma história gira para contar.


Nota: a fotografia não é tem a melhor qualidade, mas é o que importa é a recordação

Marisa

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