15 de junho de 2017

Feira do Livro de Lisboa 2017


Ontem fui, pela primeira vez, à Feira do Livro de Lisboa. Fui com duas amigas da faculdade e aventura começou logo ao sair da estação, quando decidimos ir a pé para feira, mesmo sem conhecer nada de Lisboa. Mas com as indicações do Pai, com o GPS no telemóvel na mão e um pouco de lógica conseguimos não nos perder, e chegar fácil ao destino. 

Apesar de ser de relativamente perto de Lisboa, quase nunca lá vou. Não foi só a minha primeira vez na Feira do Livro, foi a primeira vez que me pus na capital sem ninguém que a conhecesse, e foi a primeira vez que estive no Parque Eduardo VII (Adorei!). Parece não ser nada de especial, mas a "cidade mais cool" de 2017 não é a minha praia. Demasiadas pessoas, demasiados carros, demasiadas passadeiras. Ontem "perdi-me" e deparei-me com uma demasia muito melhor. Demasiados livros!


Um dos meus primeiros pensamentos foi "posso levar todos?". Não que quisesse mesmo trazer todos. Há muitos que não me interessam particularmente, muitos dos técnicos, os bíblicos, e outros quantos que não me cativam de todo. E de todos os outros que me poderiam interessar, não teria espaço para os guardar cá em casa, e muito menos dinheiro para os comprar. Também não levei nenhuma mala de viagem como o Presidente Marcelo. Não o encontrei por lá, deve ter chegado depois de sairmos.

Sobre a Feira do Livro em si. Pensei que fosse maior, porque muita gente disse que não teríamos tempo de ver tudo numa tarde. Mas é o suficiente grande para me deixar exausta. Talvez devido às cerca de 5 voltas que demos, à procura da "compra ideal". Também pensei que houvesse mais gente e filas maiores. Escolhemos bem a data, e apanhámos um dia calmo. Idealizava promoções maiores e encontrar uns bons achados. Para a próxima tenho que ir a uma "Hora H". Consegui comprar alguns livros e cumprir o orçamento até ao final do ano =(

E o que comprei? 
  • Haruki Murakami, "A sul da fronteira a oeste do sol". Foi o único livro que comprei de um autor que tinha planeado, e, por acaso, não era bem este livro que tinha em mente, mas não encontrei o que queria e a sinopse deste cativou-me.
  • Agatha Christie, "Um brinde à morte". Já há muito que tinha curiosidade em ler Agatha Chrsitie, mas nunca tinha sentido aquele chamamento a comprar um livro desta autora, foi desta que trouxe um livro da "melhor autora de livros policiais". E se eu adoro policiais...
  • Primo Levi, "Se isto é um homem". Esta obra apareceu quando estava à procura de um livro para completar uma promoção. Encontrámo-lo por acaso e como sou fã de história, principalmente do período da Segunda Guerra Mundial, e já devorei vários livros da época. (não, nunca li Anne Frank), "Se isto é um homem" tinha que vir comigo.
  • Jerry Della Femina, "O último dos Mad Men". Este livro apareceu no final da visita, quando já tinha prometido a mim mesma, e às minhas amigas, que não ia gastar mais um cêntimo. Só que as palavras "Mad Men" apareceram-me à frente. Não sou viciada em séries, passo muito tempo sem ver um único episódio, mas "Mad Men" é "A" série. E este é "só" o livro em que a originou. Para além disso, é sobre outro dos meus guilty pleasure, Publicidade. Tinha mesmo de vir comigo. 
Ps. Ainda comprei um livro da "Docinho de Morango" para a minha Princesa. Há um enorme orgulho em mim por ter uma irmã que já sabe ler muito bem, para a idade que tem, e que adora livros. E eu, como amante de livros e literatura, gosto de a incentivar ainda mais para a leitura e o fantástico mundo das palavras. 

Marisa

1 comentário:

  1. Quem me dera ter ido à Feira do Livro de Lisboa ( mas é tão longe de mim). Aqui em Braga, a feira do livro não têm tanta variedade como aí.
    Beijinhos,
    Cherry
    Blog: Life of Cherry

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