26 de junho de 2017

Dream About

Tudo o que vai não volta. Porque, depois da partida, tudo se modifica, nada volta a ser como antes.

23 de junho de 2017

Dream About

Não negues a pista da vida. A música nem sempre é a melhor. Às vezes é a nossa preferida. Pode ser algo desconhecido e ao mesmo tempo tão nossa, tal é o que nos faz sentir, quando toca e nos põe a dançar. Dancemos! Dancemos, independentemente da música, porque a vida é demasiado curta para não ser passada a dançar. Dancemos independentemente da música, porque nunca iremos conseguir controlar tudo. O tempo passa a correr. A música toca. E temos que continuar a dançar.

Marisa

16 de junho de 2017

Conta-te Poesia

Navego
No mar que há em mim
Sossego
Na maré que me deixa assim
Calma da alma,
Forte no contra-corrente

Sigo em frente,
Sorrio
Perante o horizonte desconhecido

Abraço
A viagem, sem medo
Sigo
Os ventos do desapego,
Prossigo
Consigo!



Marisa

15 de junho de 2017

Feira do Livro de Lisboa 2017


Ontem fui, pela primeira vez, à Feira do Livro de Lisboa. Fui com duas amigas da faculdade e aventura começou logo ao sair da estação, quando decidimos ir a pé para feira, mesmo sem conhecer nada de Lisboa. Mas com as indicações do Pai, com o GPS no telemóvel na mão e um pouco de lógica conseguimos não nos perder, e chegar fácil ao destino. 

Apesar de ser de relativamente perto de Lisboa, quase nunca lá vou. Não foi só a minha primeira vez na Feira do Livro, foi a primeira vez que me pus na capital sem ninguém que a conhecesse, e foi a primeira vez que estive no Parque Eduardo VII (Adorei!). Parece não ser nada de especial, mas a "cidade mais cool" de 2017 não é a minha praia. Demasiadas pessoas, demasiados carros, demasiadas passadeiras. Ontem "perdi-me" e deparei-me com uma demasia muito melhor. Demasiados livros!

13 de junho de 2017

Conta-te Poesia

Quero um pouco de ti.
Que é como quem diz,
Um pouco de céu

Quero partilhar o sol contigo,
No paraíso da aura que nos ilumina

Quero um pouco mais de ti
E um pouco menos de cansaço do mundo
Só assim a vida me sorri

És o sorriso dos dias cinzentos,
O arco-íris de uma lágrima a cair,
O meu dia soalheiro
Num dia de aguaceiro.


Marisa

7 de junho de 2017

TOP | Como sobreviver ao final do semestre



As últimas semanas têm sido repletas de trabalhos, frequências. apresentações. Contagens decrescentes. Para o final das apresentações, para o final dos trabalhos, para o final das frequências, para o final das aulas. Os exames? Nem se pensa nisso. Não há tempo. O que é o tempo? Uma ilusão das (poucas) horas dormidas.

De há duas/três semanas para cá, o pensamento é uma espécie de Carpe Diem. Viver cada dia, mas sem o aproveitar ao máximo, apenas trabalhar e estudar ao máximo para o trabalho/frequência do dia a seguir. É o que se arranja. Mas já está quase a acabar e, se tudo correr bem, o esforço irá ser compensado. 

Não se pensa muito na recompensa. É melhor não ter expectativas. Less is more. E quanto mais baixas são as expectativas, maior a aceitação do que aí vem. E ainda tenho aulas até segunda para. Ainda falta sobreviver um pouco mais. E trabalhar também. Mas como sobreviver ao final de semestre?

2 de junho de 2017

Companheiro de todas as horas

(diálogo interior)

Marisa vais ler agora? Não. E a meio da noite? Espero não acordar antes das 9 horas... Mas se acordares, vais ler? Provavelmente não. Então porque o trouxeste para a mesa de cabeceira?