12 de dezembro de 2016

É de bater com a cabeça nas paredes

Tenho pouco tempo para tudo. Tenho urgentemente que alterar um dado junto de uma empresa prestigiada deste país. Aliás, até há umas horas atrás tinha que alterar um dado junto de duas empresas prestigiadas desde país. Estou há duas semanas a tentar contactar essas empresas por um meio que devia ser de acesso simples e rápido: a linha de apoio ao cliente. Só que estas empresas têm sempre a linha com mais de cinco minutos de espera. Só esperar cinco minutos gasta-se dinheiro, mas não era nada por aí além se me atendessem. Não atendem. Fico eternamente à espera. Até dizem que posso pedir para ser contactada nos próximos dois dias. É simpático, mas não estou disponível 24 horas por dia e para além do mais não ando com uma data de documentos que nem tenho impressos a trás de mim.

Hoje já consegui resolver as coisas com uma empresa. Falta a outra. Só hoje, liguei para lá uma meia dúzia de vezes. Pelo meio ainda os contactei através do site. Ao que me responderam prontamente para o email. Como a solução que me propunham não era executável respondi e passado pouco tempo ligaram. Fiquei com aquela sensação de que era bom demais para ser verdade. Tinha razão. Era mesmo. Ligaram de um departamento, e o assunto estava ligado a outro, tinha que mandar email para outro lado, porque bla bla bla. Assim o fiz. Enviei um mail pomposo a explicar tudo e mais alguma coisa. Responderam a dizer para ligar para o apoio ao cliente, aquele que eu tinha frisado no email, que não me atendia porque estava sempre impedido.

E é isto. Pagamos pequenas fortunas todos os meses a certas empresas e quando precisamos de resolver uma coisa importante, mas que seria rápida e simples, nem nos atendem o telefone. Vá lá! Ainda por cima o trabalho (não emprego, não profissão - trabalho, para não dizer pior) de operador de telefone é dos mais mal pagos de sempre e há montes de pessoas para o fazer (porque infelizmente é o país que temos, em que até neste tipo de trabalhos que ninguém deveria querer, há quem os procure porque não há "melhor"). Não vão dizer que é por falta de recursos humanos. Muito menos por falta de meios financeiros... Como é que querem ter clientes satisfeitos com situações do género?


Marisa

3 comentários:

  1. Percebo teu stress, mas repira fundo... Eles não querem saber dos clientes, eles querem saber é do dinheiro dos clientes

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  2. É terrível. Coisas que deviam ser simples e são uma complicação que faz perder imenso tempo!

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  3. Que chatice :/ Essas coisas levam-me aos 'arames'! Espero que resolvas tudo o mais rapidamente possível...

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