31 de maio de 2016

Olhar da Princesa

Sossega! Não sei como é que tens tanta energia...

Então eu nasci em Janeiro. Os bebés que nascem em Janeiro têm que se mexer muito para fugir do frio, eu jogo às escondidas com o frio, por isso tenho muita energia.


O raio da miúda formulou uma teoria interessante em milésimos de segundo e deixou-me sem resposta (outra vez)


Marisa

30 de maio de 2016

Yes it's Friday!

Há dias que não tenho tido tempo, nem disposição, para ligar o computador e muito menos para vir ao blogger. Mas esta rotina de vir e escrever e ler e comentar outros blogs que, uns dias sem cá vir e sinto logo a falta deste "mundo"... Também sinto falta de descansar, e de ver o mar, e de ler um livro com tempo, e de um tempinho com amigos, e coisas que nem vale a pena pensar, e de... e de...

Mas hoje estou em modo sexta-feira por isso não falta muito para ter, ou tentar ter, um bocado de descanso, e para me atualizar na blogosfera =)

Até jááááá!!!



Marisa

28 de maio de 2016

#TáTudoNoRiR

E eu estou ansiosa pelo final do dia de segunda-feira para ter um bocadinho daquilo ao que se chama fim-de-semana.

Marisa

26 de maio de 2016

Sim, não, talvez

E quem é que se esqueceu que era feriado hoje? Provavelmente ninguém. Se o feriado deixa de existir todos se esquecem que têm que ir trabalhar, se o feriado volta a existir ninguém se esquece que pode descansar.

Eu não me esqueci. E não era para ir trabalhar, pensei eu até ontem de manhã. Depois surgir a oportunidade de fazer um trabalho só por uns dias (incluindo hoje) e aproveitei, que isto não está bom para negar trabalho... Ok e no dia em voltamos a ter feriado lá vou eu trabalhar... Pelo menos era  que eu pensava, até chegar ao local de trabalho e perceber que, afinal, nem aberto estava, que o dia de trabalho foi adiado e que hoje tenho feriado na mesma.

Agora é aproveitar, que, apesar de terem dado chuva para hoje, até está sol e calor =)

Marisa

24 de maio de 2016

Olhar da Princesa | Abraço

Quando perguntei à Princesa M para que é que serviam os abraços, tive a resposta mais fofa, pura e deliciosa do mundo:

Os abraços servem para aquecermos, para da mimos e para ficar melhor quando se está doente




Marisa

23 de maio de 2016

Dream about | Tempo

O tempo é aquilo que foge, passa a vida a fugir, e quanto mais precisamos dele, mais ele foge, corre a toda a velocidade e dificilmente se deixa apanhar


Marisa

20 de maio de 2016

Dá para repartir as temperaturas?

Dá para repartir as temperaturas? Não?! Mas devia!

Fui a Lisboa esta tarde. Arrisco-me a dizer que estava uns 30º no mínimo. Não senti um ninquinho de vento que fosse. Sentia-me num daqueles dias de calor sufocante em pleno verão. Ter ficado sem a minha água também ajudou para tal. Quando cheguei a casa estava 16º, vento e um nevoeiro cerrado que me fez começar a chamar pelo Sebastião. E chamei mesmo, isto não é um exagero figurado, é mesmo uma estupidez minha de começar a chamar o Sebastião quando está muito nevoeiro.

Agora pergunto-me, com tantos modos de intercâmbios e coisas do género, não dá para eu mandar um bocadinho do meu tempo frio, ventoso e nublado para refrescar Lisboa, e os alfacinhas mandarem um bocado do seu calor exorbitante para a minha santa terrinha?! Ficava muito mais equilibrado e todos ganhávamos.

Marisa

19 de maio de 2016

Mood | Tea

Nada melhor que uma chávena de chá para terminar o dia...


Há algo de mágico no acto de beber uma chávena de chá. Os pensamentos desvanecem-se, a vida fica mais leve, mais quente. Um momentos de paz. Um abraço.


Marisa

Motivação anda cá, por-fa-vor!

Yeh quinta-feira não se trabalha de manhã e posso aproveitar para fazer coisas importantes, como... dormir, demorar uma hora a despachar-me e sair para algo nada interessante. Pois se calhar os planos de estudar e rentabilizar a minha manhã saíram um bocado ao lado. E ainda por cima, hoje é um daqueles dias chatos, em que estou desanimada por tudo e por nada, sem vontade nenhuma e ainda com um toque auto masoquista. Segue-se uma longa tarde de trabalho, daqui a nada. Amanhã também se trabalha, pelo menos de manhã, e o dia vai começar bem cedinho.

Se encontrarem um bocadinho de motivação perdida, façam o favor de avisar que de certeza que é a minha.



Marisa

18 de maio de 2016

És feia e vaidosa!

Há uns dias ouvi três meninas que não tinha mais que 7 anos a dizer, a gritar, para outra porque é que tens esse risco nos olhos e nós não?! És uma vaidosa! Isso fica-te feio! Também queremos!. A menina que estava a ser injuriada pelas outras três que a rodeavam e a faziam recuar aos poucos lá dizia Não fui eu que pedi, foi a professora que me fez... E das outras três uma disse Vamos falar com a professora, e as outras lá foram atrás a repetir a que iam falar com a professora e que aquela menina, a quem a professora já tinha feito um risco nos olhos, era feia e vaidosa.

Assisti a isto por acaso e fiquei estupefacta a olhar para aquela cena. Eu já fui vitima de bulling, que na altura ainda não tinha esse nome, quando andava no ciclo do 5º ao 9º ano e estas situações deixam-me sempre a pensar. Se aquelas três meninas, nesta idade, são assim, em que "monstros" se irão tornar quando forem pré-adolescentes e adolescentes? Como é que elas serão em adultas? Que tipo de educação é que elas têm, que exemplos dos pais é que elas têm?

Estas coisas mexem-me com os nervos!

Marisa

17 de maio de 2016

Uma fita e agora?!

Ontem recebo uma fita para escrever. Oh que giro, uma fita para a queima das fitas, esse momento tão importante da vida de uma pessoa... Daquela pessoa que é meu primo em 4º grau, que andou comigo na escola desde o infantário até ao 9º ano, que eu não vejo nem falo há 5 anos, de quem eu só sei porque vou perguntando à mãe dele como é que ele está.

Ah fazes isso na boa, tu és boa a escrever. Quem me disser isto, outra vez, leva na cara. Fora a fita da minha prima L não conta que eu era muito nova e só assinei e sugeri algo e a minha mãe escreveu o resto por todos, esta é a primeira que eu escrevo na vida! E a primeira tem que ser logo a mais difícil, aquela que é de alguém que gosto, sim, mas não sei nada, não falo, não vejo, nada... Ai D que eu esgano-te. Eu quero escrever algo bonito e sincero, mas não tenho ideia nenhuma. É demasiada pressão, só tenho até ao final da semana. Tenho a sensação que vou escrever coisas piores do que os rapazes me escreveram nas do secundário... E eles fizeram referências porno-badalhocas. Se bem que as nossas porno-badalhoquices tinham muito sentido, ainda hoje o tem, e são mais significativas do que palavras bonitas e pensamentos filosóficos e profundos. A palavra profundo soa-me tão mal quando relacionada com private jokes perversas do secundário...

Esquecendo o passado e focando presente, na fita que tenho para escrever. Nem sei qual é o curso do rapaz. Sei que está relacionado com ciências, que é daqueles cursos que só pessoas muito dotadas e inteligentes e focadas nos estudos como D conseguem fazer. Mas irei escrever a fita. E com a sorte que tenho o R ainda me vai pedir ajuda para escrever a dele, estou mesmo a ver. Tenho 4 dias para pôr o cérebro a funcionar, e vou conseguir.

Marisa

16 de maio de 2016

Só um apontamento

Tinha prometido a mim mesma não encher o Little Dream com posts sobre o Benfica e já vão dois de seguida (fora os outros). Mas este apontamento tem que ficar registado...

Disseram-me hoje - Agora só me contento com o penta!

'Tamos juntos! Daqui a dois anos falamos disto...

Marisa

15 de maio de 2016

Com vontade consegue-se tudo

(Menos estudar)

Já perdi jogos do Benfica por estar a trabalhar, por estar doente, por ter que ir dormir cedo, e por uma outra razão que me falhe agora à memória. Hoje perdi o jogo do título, ou parte dele, porque no último momento preferi ir ter com os meus primos. Preferi estar com eles neste dia especial e dar-hes a minha prenda de aniversário de uma ano de gelados porque "life is short, eat dessert first".

Depois ainda consegui ver os últimos 20 e poucos minutos, ainda fui a tempo de ver o golo do Pizzi e de festejar o título com o meu pai e o resto das pessoas que estavam no café onde o meu pai costuma ver os jogos. E onde eu ccostumava ver antes de me armar em ilegal e ver na net.

Assim sendo consegui fazer as duas coisas que queria hoje. Escusado será dizer que estou super feliz, por ter estado com os meus priminhos e por ser tricampeã. Em relação ao sucesso dos meus primos, espero que este tenha sido primeiro de muitos aniversários e que os celebremos sempre juntos a festejar. Já no que diz respeito a outros festejos, rivalidades à parte, por um lado até foi bom o campeonato ser tão renhido, que assim a vitória ainda sabe melhor. Gostava de dar os parabéns, ainda que não me vão ler, a toda a equipa, treinador, equipa técnica, todo o staffi, como diz o Jonas, do Benfica por esta época, por todas as vitórias, pelo Tricampeonato, pelo 35, pela mística. E, a todos eles o meu muito Obrigada por este sentimento, mais uma vez por esta mística, por este orgulho que é ser benfiquista. Porque Sou do Benfica e isso me envaidece, tenho a genica que a qualquer um engrandece, sou de um clube lutador, que na luta com fervor, nunca encontrou rival neste nosso Portugal. Ser benfiquista é ter na alma a chama imensa que nos conquista e leva à palma a chama intensa, do sol, que lá no céu, risonho vem beijar, as camisolas berrantes, que nos campos a brilhar, são papoilas saltitaaaaantes.




Marisa

Estamos todos a pensar em muita coisas (e no mesmo)

Tenho ideias soltas, um título num post em branco e um parágrafo de um post sem continuação e não consigo concluir nada. Os meus pensamentos estão dispersos entre o exame de português que é daqui a um mês e o dia de hoje, em que "estamos todos a pensar no mesmo", independentemente da cor. À parte disso, hoje também é um dia especial e importante para mim, não diretamente, mas os dias importantes dos meus, também são dias importantes para mim.  1 ano de "all you need is love and maybe some icecream" é um marco importante na vida deles, e também na minha porque as vitórias deles são o meu orgulho. 

Posto isto hoje devia marrar, apetece-me sofrer enquanto vejo e ainda 22 gajos a correr atrás de uma bola, mas o que quero mesmo é dar um grande abraço e um beijo aos meus primos e festejar com eles. 

Marisa

14 de maio de 2016

Conta-te poesia

Livro aberto
Quarto fechado
mundo conecto
ser desconectado

da janela para o mundo
entra apenas um fio de luz,
a suficiente
para não cegar
tão estranha mente

dorme rodeado de gente
acorda só
sente-se demente

levanta-se,
sacode o pó
na garganta permanece o nó
de não conseguir falar
de sentir sem exteriorizar

Marisa

11 de maio de 2016

11.22.63

11.22.63 é uma mini série em que James Franco interpréta o papel de um professor de português que viaja no tempo, até 1960, para impedir o assassinato de Jonh F. Kennedy.


Gostava muito e sinto uma necessidade enorme de falar sobre ela, porque me proporcionou tantas emoções ao vê-la e tenho aquele final a remoer no pensamento há oito horas, mas não consigo. Não consigo expressar-me, porque aquilo mexeu mesmo comigo.

Num momento de indignação perante um acontecimento do último episódio, partilhei com quem me tinha recomendado a série e a resposta, acho que meio a sério meio a brincar, foi Vê e cala-te. Essa série é uma obra de arte

Quase que não era preciso dizer mais. Ele disse tudo. Uma obra de arte. Uma obra de arte, o tanas, um sofrimento pegado foi o que foi. Já não ficava acordada agarrada a algo até às duas da manhã há um tempo, e passei a última meia hora com uma lágrima ao canto do olho. 

Marisa  

10 de maio de 2016

Ilusões em prosa

Do meio da minha insónia da noite passada surgiu este texto que é misto de realidade, imaginação, ilusão...

Quatro e meia da manhã. Dentro de casa habita um silêncio ensurdecedor, evidência-se a escuridão. Estou acordada, dou voltas e voltas na cama, numa luta contra a insónia, comandada pelo sono que não se consegue impor. Não sei se vivo acordada ou permaneço a dormir de olhos abertos e tudo à minha volta não passa de um sonho confuso com imagens meio desfocadas e os cantos desvanecidos como os sonhos que aparecem nos filmes.

Lá fora a chuva, que era apenas um murmúrio, começa a fazer-se notar cada vez mais. É a melodia do lamento, o lamento da vida, que se intensifica à noite, porque à noite, por entre sono, sonhos e escuridão, todo o sentimento fica mais intenso. Intensos também, são todos os sons que surgem, esporadicamente, do exterior, à medida que a madrugada avança, que no meio de silêncios cada sussurro parece um grito louco com eco.

Por entre as gotas grossas da chuva que teima em permanecer fora de tempo - ou dentro do tempo, que agora o tempo já não tem tempo certo e é apenas mais uma relatividade da vida - oiço o carro do padeiro no início de mais um dia de trabalho, enquanto o resto da vizinhança ainda está a meio do seu descanso. Foram poucas as vezes, mas já me cruzei com aquele carro em excecionais chegadas a casa tardias. Vejo-o mais vezes mentalmente, aquando das minhas insónias, na escuridão do meu quarto onde visualizo também os carros que vão chegando com jovens vindos de mais uma noite de loucura nunca discoteca ou num bar da moda. Também eles se cruzam com o carro do padeiro sem pensarem que naquele carro segue um lamurio de quem gostaria de saber o que é dormir a manhã na cama depois de sair até de madrugada. Quem volta, às primeiras tentativas do clarear da madrugada, depois de mais uma noite de folia, não pensa em nada, não se lamuria. Pelo menos na hora, talvez mais tarde quando a maioria já estiver na correria diária, quando o padeiro estiver no final do seu trabalho, e eles  ainda estão a acordar, ou pelo menos a tentar

Já quem está acordado de madrugada, como a minha alma solitária, que se continua a virar e revirar na cama grande demais para o vazio do seu coração, pensa em tudo. Penso em tudo, no meio de uma insónia que no início se devia a horários trocados, e com o rolar dos pensamentos excessivos sobre tudo o que é, o que não é, o que foi, o que não foi, o que será, o que nunca se saberá, rola também o tempo que vai passando. E à medida que os ponteiros do relógio avançam o tempo para descansar diminui, o cansaço aumenta, as pálpebras querem fechar, a agitação teima em não cessar.


Marisa

8 de maio de 2016

Mudar faz bem

Há uns tempos que já andava a precisar de mudar de colchão. O meu meu já não era novo e estava a ficar cada vez mais desconfortável. Acontece que a minha cama era individual e já antiga, logo já não se existem à venda colchões para o tamanho dela, ou eram todos maiores ou mais pequenos, se mantivesse a mesma cama teria que mandar fazer um colchão à medida, então, se era para mudar, preferi comprar uma cama e colchão novos. Comprei uma cama grande, - não gosto da expressão cama de casal porque ela é só para mim :P - branca, que me ocupa grande parte do quarto. Fiquei com menos espaço no quarto mas ao mesmo tempo fiquei com um ambiente mais leve, já que as paredes são brancas, a secretária é branca com uns apontamentos de vermelho/laranja e agora com a cama branca e a capa do edredão cinza claro. Agora só falta pintar a minha mesa de cabeceira, que é bastante escura, num tom mais claro e fico com um quarto totalmente renovado e que me transmite mais tranquilidade

E que bem sabe dormir num colchão novo e fofo e que não me faz doer as costas e ter uma cama enorme só para mim =)


Marisa

7 de maio de 2016

Um bicho estranho chamado ansiedade

O mundo não pára, mas nós às vezes precisamos de parar, não falar, fechar os olhos, esquecer, ou pelo menos tentar



Marisa

6 de maio de 2016

Faleci

Quando vou às consultas de psicologia fico sempre cansada psicologicamente. Apesar das coisas estarem a comporem-se, custa remexer nas coisas que quero esquecer, falar de mim, enfrentar o que não me faz bem.

Neste momento só me apetece enfiar debaixo do edredão, dormir, esquecer e descansar, mas ainda não vai ser de seguida que me refugio no sono, ainda me resta umas horinhas até acabar o meu dia e entretanto é torcer para não adormecer na via pública ou algo do género

Marisa

Conta-te poesia

Ao sonho...


Hey! Onde é que tu estás?
Vens com calma,
Desapareces na sombra

Calma!
Assim não dá,
Não podes simplesmente
Aparecer
Desaparecer
De repente,
Quando melhor te convir

Já pensaste no que estou a sentir?
Esta ânsia de te ter,
Esta dúvida da tua existência,
Esta força para me conter,
Não desistir na tua ausência,
Não enlouquecer na tua presença

Apanhas-me envolta em mil pensamentos
Não sabes distinguir 
Os bons dos maus momentos,
Apenas sabes da tua vontade
Que faz balouçar a minha realidade

És um sorriso sincero
No olhar o vazio,
És loucura,
És mistério

És o que eu quero ser,
És miragem,
És força
És coragem

Se ficares
Conseguirei vencer,
Se partires
Voltarei a me perder

Fica!
Permanece em mim
Porque só tu afastarás
Os meus medos

Fica!
Tu e eu,
Mil segredos,
Iremos tudo alcançar
Sorrisos, coragem, vontade
Para sempre, sonhar

Marisa

4 de maio de 2016

Diz que está frio

E por meterologia, seguindo o post anterior, acabo de ver no facebook uma publicação de uma colega que vive no Brasil sobre aquela que dizem ser a manhã mais fria do ano...



16,2º! Hum pois, frio... Ok...

Há dias no Verão que faz mais frio aqui pela beira-mar da Zona Oeste! 

Era só isto

Marisa

Perigo

Somos um país de alertas amarelos. Durante metade do ano está alerta amarelo por causa da chuva e do vento e do frio, durante a outra metade está alerta amarelo devido ao sol e ao calor e aos incêndios. Se parássemos a cada vez que dizem para termos cuidado e evitarmos andar na rua por causa do aviso amarelo não iríamos fazer nada na vida.


Marisa
 

3 de maio de 2016

Papoilas

Papoilas. Adoro papoilas. A (minha) primavera começa quando vejo as primeiras papoilas. Já há cerca de mês que ando a encontrar papoilas por essas terras de campo todas. Mas a minha Princesa (que mudou de ideias em relação e aos planos da tarde de hoje, e trocou-me pela minha tia) ainda não tinha visto nenhuma e disse que queria muito ver uma, então encontrei um excelente pretexto para apanhar um pequeno ramo de papoilas, durante a minha caminhada, para levar para casa. A Princesa ficou super contente com a surpresa e por ter andado a soltar a minha meninice e apanhar papoilas nas terras à beira do caminho num dia quente de sol da primavera.

Foto da minha autoria

Marisa

Planos para hoje

Ou viver com a mana-afilhada que é uma Princesa com a auto-estima no auge, um ego bastante elevado e uma determinação fora de série.

Hoje não trabalho e, como se eu não tivesse nada para fazer, nada para estudar, nenhum sítio para ir, nenhuma caminhada que gosto tanto, a minha Princesa decidiu ditar a minha agenda para hoje à tarde, quando ela chegasse do infantário.

1º Ver os Pequenos Gigantes. E é ver com atenção para perceber tudo o que eles dizem e repetir para ela quando não ouve porque está ela a dar espectáculo. Coisa linda que demora umas duas horas.

2º Fazer um filme com ela a interpretar a Jéssica Beatriz da rádio Comercial. Atentem que escrevi interpretar, não apenas cantar, porque Princesa não canta apenas, Princesa interpreta com toda a pompa e circunstância, de alma e coração.

E agora pensam "ela disse isso ontem, hoje já não se lembra". Eu provavelmente esqueceria, agora a miúda não se esquece de uma virgula que disse há um mês, quanto mais os "planos loucos" que fez ontem à noite.

Porque é que o infantário acaba às 15 horas, porquê??????

Porque é que ela tem que ter aquele ar de Princesa Rebelde e ao mesmo tempo Angelical que eu não consigo resistir e só me apetece apertá-la e não lhe consigo resistir, porquê????????



Marisa

2 de maio de 2016

Mal geral


Lembro-me de gostar da segunda-feira. Ela sabia-me tão bem,  éramos tão felizes juntas. Só nós duas, enquanto as outras pessoas estavam no trabalho a lamuriar-se pelo início de mais uma semana. Como trabalhava só ao fim de semana a segunda era o meu sábado, o meu lazy day. Agora que trabalho à segunda, e esta começa logo às 6 da manhã, o meu sentimento por ela mudou radicalmente. Então hoje, depois de uma semana sem trabalhar hoje ainda custa mais...

Marisa