5 de março de 2016

Pormenores da felicidade

Já não os via há semanas. Isto de eles não estarem cá na Santa Terrinha não dá com nada, faz com que não os possa ver frequentemente. Eu adoro-os demais para os ver só uma vez por acaso. Eles são os meus amores, os meus pequeninos apesar do seu tamanho, os meus fofinhos, os meus tontos, os meus patudos. Eles na verdade não são meus, são dos meus primos, mas eu amo tanto aqueles dois que é como se fossem.

Hoje, tínhamos acabado de nos sentar para almoçar quando vejo o R na rua. Apesar de ter estado com o Primo mais velho há poucos dias, fiquei logo eufórica. E ainda mais eufórica fiquei quando percebi que ele e a MI vinham acompanhados pelos meus patudos... Saí porta fora e agarrei-me à T-dog, a dar-lhe mimos. Ao R-dog não me atrevi a fazer tal coisa porque, se ele já é doido por natureza, quando vê o meu irmão fica ainda pior e não largou o puto.

Foi tão bom aqueles minutos com o R-dog e a T-dog. Fiquei cheia de baba e pelos e água e almocei peixe frio mas ganhei o dia, ou melhor, a semana com a visita dos meus primos e dos seus cães lindos e fofos e doidos.

Marisa

2 comentários:

  1. Já hoje disse, num comentário, que todas as pessoas deviam ser obrigadas a ter um animal (de preferência um cão).
    Eles conseguem fazer de nós pessoas melhores, acredita. :)

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