30 de março de 2016

Livro | A Rapariga Que Roubava Livros

A Rapariga que roubava livros

Uma história que tem como protagonistas as palavras. Com a segunda guerra mundial como fundo, na Alemanha Nazi, vive uma jovem que tem como refúgio e salvação as palavras.

Narrada por quem teve mais trabalho nos anos negros da guerra, a Morte, que mostra que também sente. Deixou-se emocionar e emocionou-me com a triste e profunda história da "sacudidora de palavras". Porque as palavras destroem e as palavras salvam.


Marisa


29 de março de 2016

Dream about

Volto ao passado. Vejo o hoje, o ontem, a semana que acabou, os meses que passaram, os anos que para trás ficaram. Vejo as mudanças, oiço as músicas que se ouviram, visto as roupas que me serviam, vejo as pessoas que entraram, as que saíram, as que ficaram, cheiro a essência que permaneceu, vejo aquilo que já não é meu.

Continua a ser tudo meu. Faço a viagem ao futuro. Passo por cada mudança. por cada perca, por cada ganho, cada ano, cada mês, cada semana, cada dia, por ontem, por hoje, por agora. Paro! Ponto final. O futuro consegue ser tão banal como um ponto final.

O futuro do passado é o agora. O agora é o passado do futuro. Entre passado e futuro vou viver o presente. Não vou pôr um ponto final reticente

Reticências e olhar em frente...


Marisa

27 de março de 2016

Conta-te poesia

E lá está ela
Põe a música a tocar
Despe-se lentamente
da fachada do mundo real
Aprecia os farrapos
à sua volta pelo chão

Agora já pode sonhar
Sorri e olha de frente
o seu ideal

Esquece a razão,
Abraça a emoção




Marisa

Os doces sons da infância

Quem não se lembra das músicas do Avô Cantigas ou dos Onda Choque e das Popeline... A infância era muito divertida nos anos 90. Admito que tive uma cassete das Popeline e outra do Zé Cabra e da Ruth Marlene... e vou parar por aqui que, apesar destas cassetes todas, os sons da minha infância que trago no coração não são estes, são sons que ainda hoje os oiço quase todos e continuo a adorar. Uns todos conhecem, são clássicos, e os outros são só parvos mas engraçados, do melhor da música portuguesa...

Para ganharem cultura geral, ou apenas para terem um momento parvo, façam o favor de ouvir todas

Dos clássicos, a nata da nata, os reis, os maiores, os inigualaveís (nota-se muito que são das minhas bandas preferidas?!) temos muitos temas, mas vou só escolher três

A minha casinha - Xutos & Pontapés


Homem do leme - Xutos & Pontapés
Esta é sem dúvida aquela canção que sempre foi das minhas preferidas e que me toca e com a qual acabo por me identificar e gostar cada vez mais dela




Dessa, também, grande banda de rock português que são os Tara Perdida, e que têm excelentes canções, no que diz respeito às que trago da minha infância são as duas mais para o engraçadas isto para não dizer pior

Feia - Tara Perdida


Batata frita pala pala - Tara Perdida
A eterna





Agora passo para bandas aleatórias 

Vida de Marinheiro - Sitiados
Impossível não conhecer e não gostar




Sol da Caparica - Peste & Sida
Outra impossível não conhecer e não gostar
Ainda não acredito que eles não tocaram esta no Santa Summer Sounds em 2013


Rádio Ska - Despe e Siga
Mais uma pérola em jeito de clássico



Vaquinha - k2o3
Ainda a sei de cor e salteado (obrigada primos)




Eu Xamome Ãtónio - Comme Restus
Que se resume a dizer ai ui eu xamome ãtónio (mais uma vez obrigada primos pela minha perturbação mental)




Perigosa - Kussondulola
É muito mau dizer que esta era a música que o primo M e às vezes eu às cantávamos sobre a minha mãe sem eu saber o motivo pelo qual o fazíamos?! A verdade é que fiquei desiludida quando cheguei atrasada a um concerto dos Kussondulola há uns três anos e só ouvi esta música na fila da entrada =)



Oh mãe - Iris
Desta vez digo "oh mãe" obrigada pela minha perturbação mental



Depois de todas estas músicas, aos corajosos que ouviram todas e, se existirem, aos seres estranhos que já conheciam todas, qual a é que gostaram mais/acharam mais engraçada?

Marisa







 

26 de março de 2016

Pior que as crianças

Tenho um Kinder Grande Surpresa escondido no roupeiro e estou desejosa que chegue amanhã para o dar à Princesa, porque já não aguento ter o Ovo escondido e estou desejosa por ver a cara dela quando o vir, principalmente porque já não espera receber mais doces da Páscoa e dos que recebeu não gosta de metade.

Marisa

25 de março de 2016

23 de março de 2016

Avô

Se há coisa que me entristece é nunca ter conhecido o meu avô materno. De tudo o que me contam, de tudo o que li que ele escreveu, tenho a ideia de que o meu avô era uma pessoa muito especial. Tenho a certeza que seria aquele avô que me ia contar imensas histórias e muita paciência para ouvir as minhas, com quem trocaria inúmeras piadas e que me iria roubar sempre um sorriso. Infelizmente ele partiu cerca de dois anos antes de eu nascer.

Na falta do meu avô materno, tenho o meu Primo ZL. O Primo, como o trato com todo o respeito e carinho, é primo direito da minha mãe mas tem idade para ser meu avô. Coisas giras da minha família é que há uma grande disparidade de idades entre primos e sobrinhos e tios e primos em segundo e terceiro grau, é assim uma grande loucura feliz. O Primo é aquela pessoa para qual olho como se fosse meu avô, que tem sempre histórias para contar, que nos faz ficar parados e quietos a olhar e ouvi-lo. Ouvir não, escutar, escutar com muita atenção, cada palavra, cada pormenor, tudo. Tudo sempre com um sorriso de orelha a orelha e uma gargalhada palavra sim, palavra não. O Primo é alguém que como lhe disse há pouco, devia vir jantar cá a casa, pelo menos, uma vez por semana só para nos contar as suas histórias e nos fazer sorrir e passar um bom serão na melhor companhia do mundo, a de quem amamos.

Não consigo explicar bem o significado do Primo para mim. Quando as pessoas são mesmo importantes nunca se consegue explicar exactamente o porquê, porque por mais que se esforçe ou diga parece que há sempre algo que fica por dizer e nunca por sentir.

Posto isto, sei que, apesar de nunca ter tido um avô materno de verdade, tenho o Primo.

Marisa


20 de março de 2016

Conta-te histórias

O que é feito de ti? Onde andam as tuas palavras, as tuas histórias que me despertam sorriso. Sorrisos... O que é feito do teu sorriso? Aquele que ilumina qualquer sala escura, qualquer dia cinzento. Ai. Suspiro num lamento de não te poder encontrar. Onde é que andas? Dás-me um minuto para te abraçar? Quero cruzar-me com o infinito dos teus olhos e permanecer nos teus braços respirando contra o teu coração. O que é feito do teu olhar? O que é feito do meu brilhar?



Marisa

19 de março de 2016

Não era para falar do dia do pai

Não era para falar do dia do pai porque o dia do meu pai é só daqui a uns dias quando ele fizer anos e ia juntar as coisas, mas depois a página do Benfica partilhou algo que me chamou à atenção e apelou aos sentimentos "Foi o teu pai o primeiro a trazer-te à bola? O que te ensinou tudo sobre o Benfica?" escreveram na descrição de um video. E então lá fui eu homenagear o meu pai benfiquista num comentário do facebook. Depois identifiquei-o e disse que era a minha prenda de dia do pai. Visto que eu sou aquela filha que nunca dá prendas do dia dia pai, de aniversário ou de Natal e que é péssima a demonstrar afectos, um comentário no facebook deve ser considerado como algo de valor.

Aqui fica a minha demonstração de afecto do dia do pai:

Na primeira vez e em todas as outras que se seguiram foi o meu pai que me levou à Catedral. Claro que a primeira teve um gosto especial, foi ao lado do meu pai e com o cachecol que lhe "roubei" com a sua autorização que pela primeira vez me sentei nas bancadas da Luz, que vi a águia a voar, que vibrei com o 6-1 que ganhámos ao Boavista, que passei pelo túnel cheio de mística. Até aquele dia nunca imaginei que se pudesse existir tanto sentimento, tanta mística, tanta paixão num só lugar, que pudesse existir tanta gente junta a cantar e torcer pela mesma coisa ao mesmo tempo. Uma coisa é ver na televisão, outra é ir à Catedral e vivenciar tudo aquilo, e foi com o meu pai que eu partilhei isso, foi com o meu pai que me tornei benfiquista, foi com o meu pai que aprendi o #juntos #sejaonde for muito antes destas palavras se tornarem as palavras de ordem.

Marisa

18 de março de 2016

Pormenores da felicidade

Acordar, chegar à sala e ter a nova música da Áurea a passar na televisão. Tão linda. Adoro esta voz.


Marisa

16 de março de 2016

Preparar o futuro

Na semana passada realizei esse grande pesadelo que é entrar numa escola secundária que não a minha. A minha, será sempre a minha por mais anos que passem. A minha escola secundária é pequena, éramos pouco menos de 350 alunos. Éramos 327 no meu último ano, não me esqueço do número porque era o número de questionários que tinha que fazer para a minha PAP. Na minha escola secundaria dava para ver quase todos os cantos de quase todos os cantos. Era uma casa. É uma casa e uma família como já disse anteriormente.

Na semana passada fui a uma escola secundária "normal", com mais que um pavilhão, todos eles grandes, com tantos alunos que nem os que lá andam sabem quem são os outros. Mas fui. Fui e passei lá 45 minutos para dar um pequeno grande passo no meu futuro, inscrever-me no exame de português.

Sorte a minha de só precisar de fazer um exame. Deixei de estudar há cinco anos e já perdi um bocado o hábito, não tenho aquela rotina de aulas e ter que estudar, não tenho nenhum acompanhamento de professores, por isso é bom só precisar de fazer o exame da disciplina em que me sinto mais à vontade. Porém, mais à vontade não significa que sei tudo. Lembro-me do Memorial e Fernando Pessoa e heterónimos, coisa pouca da Mensagem e d'Os Lusíadas, um niquinho d'Os Mais, as restantes obras quase nada, ou mesmo nada, e a gramática é algo que vou ter que rever com muito, mesmo muito afinco.

Ontem fui desembolsar os cordões à bolsa e comprar um daqueles livros muito "baratinhos" para me ajudar. Por acaso consegui comprar um que custava menos de 25€ e tinha quase 9€ para descontar naquela loja por isso não me posso queixar assim muito. Há noite folheei-o todo para me preparar mentalmente sobre tudo o que tinha de interiorizar, hoje já me pus a ler e sublinhar e começo a entusiasmar-me.

Tenho um pouco menos de três meses, parece muito, mas passa num piscar de olhos. A estratégia está delineada, ler e sublinhar, ir fazendo apontamentos mínimos no livro e depois fazer apontamentos a sério em folhas, e reler, e reler, e reler tudo.

E que começa a missão "tirar uma nota digna de Primo M". Porque não me posso contentar com uma "nota de Marisa", ou seja um 15/16, quero e precisar de tirar uma "nota de Primo M", um 18/19. E vou conseguir!

Marisa

13 de março de 2016

Um bicho estranho chamado ansiedade

Tudo muda. Não há nada que se possa controlar na totalidade. Por mais que queira manter o controlo do que me rodeia há sempre algo que escapa. Tudo na vida é água. Água da lágrima que cai vinda de uma gargalhada ou de uma dor. Água que desaparece por entre os dedos mesmo que estejam bem fechados.

Marisa 

11 de março de 2016

Primos will be Primos

Eu e os meus primos estamos ligados por uma extrema estupidez/insanidade mental. Prova disso são as nossas conversas "elogiosas" que surgem do nada. Ora atentem a esta pérola:

14.50
Primo Mais Velho - Vestiste uma camisa do teu pai?!
Eu - A M(mana) teve essa teoria com 5 anos...
Primo Mais Velho - Tão nova e já tão inteligente

17.00
Primo Mais Novo - Roubas-te uma camisa ao teu pai?!
Eu - Chegaste tarde, o R já tinha mandado essa piada

17.30
Primo Mais Velho - Ela (eu) com uma camisa do pai, ele (primo mais novo) com uma camisola justa... isto está tudo trocado!
Primo Mais Novo - A minha camisola não tem nada de mal
Eu - Realmente o mundo está perdido


Marisa

Família

Definição de família segundo o dicionário
fa·mí·li·a 
(latim familia, -ae, ...)
substantivo feminino
1. Conjunto de todos os parentes de uma pessoa, e, principalmente, dos que moram com ela.
(...)
5. Conjunto de pessoas que vivem na mesma casa.
.
(Retirado do dicionário online Priberam)

Definição de família segunda alguém que saiu da esco-la há cinco anos:
Família é quem, cinco anos depois, continua a passar um sentimento puro de pertença e a preocupar-se connosco e disposto a ajudar. 


Aquela escola será sempre uma casa para mim. Por tudo o que lá vivi, por tudo o que lá aprendi, por todos os que lá conheci, por todas as vezes que lá voltei depois de ter acabado o curso e fui recebida de braços abertos e um grande sorriso no rosto. Tive os melhores colegas, a melhor turma, os melhores funcionários, as melhores professoras, a melhor directora de turma. E no meio desta gente toda hoje destaco os colegas, o meu A, a minha C e o meu F que continuam a ter uma forte presença na minha vida e apoiar-me em coisas que outras pessoas não se preocupam sequer, e a minha directora de turma, pela predisposição e rapidez que me ajudou a esclarecer umas dúvidas que tinha e não sabia a quem mais perguntar e ainda reforçar que se for preciso mais alguma coisa para não hesitar em falar com ela. E depois, por coincidência recebo um e-mail quando me estou a preparar para realizar essa coisa e tenho na mão o meu certificado de 12º ano e é impossível não ficar com uma lágrima ao canto do olho e saudosista. Hoje apetecia-me dar um abraço à minha Dtzinha.

Marisa

8 de março de 2016

Um bicho estranho chamado ansiedade

Há dias em que as lágrimas não passam de uma palavra que só existe no dicionário e cujo o único objectivo da sua existência é para aparecer em personagens de filmes ou novelas. Porém, há momentos em que as lágrimas são uma realidade bem presente a querer saltar pelo cantos dos olhos e formar rios salgados de dores pelo rosto a baixo...

As lágrimas ainda não secaram. Não sei se algum dia elas irão secar. Mas eu vou manter-me firme e fazer com que elas premaneçam exiladas sem ver a luz do dia. Eu vou ser forte e sorrir e vou ultrapassar estes momentos em que a ansiedade faz questão de lembrar que existe e não se esqueceu de mim... porque eu também não me esqueci dela e, por isso mesmo, não vou deixar que ela se instale confortavelmente no meu peito, vou apressá-la a sair que eu tenho mais com que sorrir.

Marisa

7 de março de 2016

Toda trocada

Deitar cedo não é o meu forte. Acordar cedo também não. Sabe bem ficar um bom bocado a ver televisão e a vaguear pela net enquanto bebo uma caneca de chá, depois ler um bom livro. Tudo isto sozinha, depois de todos se deitarem, para relaxar e ir dormir tranquila. 

Só que hoje acordei antes das seis da manhã, como em quase todas as segundas-feiras, para ir trabalhar, e há pouco estava na sala, levanto-me, despeço-me de todos e venho para o quarto para ir dormir, como se já fosse muito tarde...  Quando pego no telemóvel para responder a uma mensagem percebo que ainda não eram 21.30. Ainda não era 21.30 e eu já estava, e continuo a estar, como se fosse meia-noite. É o que dá acordar antes de todos, até do sol

Marisa

Dream abou

Estou a precisar de uma caminhada até ao mar, de o sentir. dos seus conselhos, dos seus abraços... Só eu e ele numa dança melodiosa.


Marisa



5 de março de 2016

O meu coração parou

20:35h ligo o facebook, faltava exactamente 10 minutos para o dérbi, o pai ia a sair de casa para ver o jogo no café, eu preferi ficar a sofrer sozinha e vi em casa.

20.35h, a 10 minutos do apito inicial já teriam posto na página do Benfica qual o 11 inicial e foi por isso que liguei o facebook.

20.35h o meu coração parou! O Júlio César não vai jogar! Gritei quase sem ar. O meu pai parou à porta, não acreditava. Mostrei-lhe a imagem do 11. O Júlio César não vai jogar! Era a única coisa que conseguia dizer. Como é que o guarda-redes principal do Benfica não ia jogar no dérbi e, ao invés dele, ia estar à baliza um puto?! Não sabia que o Júlio César se tinha lesionado. Nunca tinha visto o Ederson a jogar. Hey o Benfica tem estado em alta, muito melhor do que nos dérbis anteriores. Eu tinha uma unhinha do dedo mindinho do pé a trás mas acreditava na vitória. Não podia ser a troca de guarda-redes que ia estragar isso. 3 pontinhos e ficávamos à frente do Sporting. "Rumo ao 35"!

21 minutos de jogo. GOLO. Mitroglou. E o meu coração parou.

E o meu coração voltou a parar a cada ataque do Sporting e a cada defesa do Ederson...

E o meu coração voltou a parar a cada jogada do Benfica.

E o meu coração voltou a parar a cada segundo a partir dos 70 minutos.

E o meu coração voltou a parar quando vi o Ederson no chão aos 89'.

E o meu coração voltou a parar quando o árbitro deu mais 5 minutos de jogo.

E o meu coração explodiu quando ouvi o apito final. Ganhámos! Ganhámos mesmo! É Rumo ao 35 e era mesmo de uma, mais uma, vitória do meu Glorioso que eu estava a precisar!



Marisa

Pormenores da felicidade

Já não os via há semanas. Isto de eles não estarem cá na Santa Terrinha não dá com nada, faz com que não os possa ver frequentemente. Eu adoro-os demais para os ver só uma vez por acaso. Eles são os meus amores, os meus pequeninos apesar do seu tamanho, os meus fofinhos, os meus tontos, os meus patudos. Eles na verdade não são meus, são dos meus primos, mas eu amo tanto aqueles dois que é como se fossem.

Hoje, tínhamos acabado de nos sentar para almoçar quando vejo o R na rua. Apesar de ter estado com o Primo mais velho há poucos dias, fiquei logo eufórica. E ainda mais eufórica fiquei quando percebi que ele e a MI vinham acompanhados pelos meus patudos... Saí porta fora e agarrei-me à T-dog, a dar-lhe mimos. Ao R-dog não me atrevi a fazer tal coisa porque, se ele já é doido por natureza, quando vê o meu irmão fica ainda pior e não largou o puto.

Foi tão bom aqueles minutos com o R-dog e a T-dog. Fiquei cheia de baba e pelos e água e almocei peixe frio mas ganhei o dia, ou melhor, a semana com a visita dos meus primos e dos seus cães lindos e fofos e doidos.

Marisa

4 de março de 2016

Perdida no Pinterest

Adoro o Pinterest. Perder-me a ver fotografias de tudo e mais alguma coisa, conforme o meu estado de espírito, pesquisar ideias, retirar as imagens aqui para o blog... A minha conta está Aqui. E a partir de agora, vou fazer apanhados de imagens que me chamam a atenção no Pinterest aqui no blog. Espero que gostem =)

Hoje uma das minhas paixões que ainda não tive coragem para concretizar... Tatuagens. Desta vez trago apenas tatuagens alusivas a animais...



Marisa

Quarto do pecado

Tinha uma freira/missionária/qualquer-coisa-do-género na sala com a avó, porque hoje é aquele dia do ano muita giro em que vêem frades/freiras/missionários(as)/qualquer-coisa-do-género à Santa Terrinha e vão a casa de pessoas. Decidi que era melhor ficar no primeiro andar, escondida no quarto, qual Anne Frank, sob a desculpa que acordei tarde e ainda me estava a despachar quando começo a pensar no quão divertido seria se pusesse a tocar aos altos berros a Avé Maria dos Buraka Som Sistema. Era uma ideia parva, mas depois fiquei mesmo com vontade de ouvir a música. Não o fiz. Comecei a olhar em volta para o quarto e percebi que tinha várias coisas que não seriam bem vistas pela igreja católica... Toda uma trilogia das 50 Sombras, um livro sobre mortes num cabaret, três livros sobre a judeus e a segunda guerra que criticam algumas coisas do Vaticano, o Grande Gatrsby que fala de se sexo e álcool e outros "pecados", um caçador de sonhos que está relacionado com a cultura indígena, uma boneca de trapos que é a Blimunda do Memorial do Convento, personagem que simbolizava as heresias da época, e ainda merchandising da minha verdadeira religião... o Benfica.

Um bocado depois aparece a minha avó às escadas a perguntar se não podia ir à sala. Apareci-lhe em pijama e disse que ainda não me tinha vestido, que nem sabia que estava lá gente... Mentirosa!!! Acabo de me vestir, ponho-me a arrumar coisas e o que é que acontece... parto o único perfume que gosto de entre os 20 que tenho! Não sei se será coincidência....

Claro que é coincidência. Eu parti aquele porque é o único que está no quarto à mão de semear e não guardado em gavetas ou a fazer de decoração na mini prateleira da minha casa-de-banho, como estão os restantes.


Marisa

2 de março de 2016

Dream about

O amor é complicado porque não se escolhe...  A vida no geral é complicada porque é feita de escolhas difíceis.

Marisa

1 de março de 2016

Dream about

Nada como dizer o que se sente... E chegar à conclusão que não há nada melhor que a amizade, que o importante é preservar isso. Até porque se se consegue preservar uma amizade quando há coisas que a podiam tornar estranha é porque essa amizade vale mesmo a pena.


Marisa