29 de fevereiro de 2016

Fernando Pessoa escreveu algo sobre futebol?!

Não creio que Fernando Pessoa tenha escrito algo sobre futebol... Eu acho que futebol e poesia e futebol podem coincidir. Já escrevi poemas sobre futebol e um até ficou bónito. Depois a poesia e futebol também podem coincidir através do mim neste momento, em que estou a ver o Benfica ao mesmo tempo que tenho a tv na reportagem da TVI sobre os 100 anos de Orpheu, que estou a dizer que é falta ou que podia ser golo, enquanto divago em voz alta, como se a minha avó estivesse a perceber o que digo, sobre as visões diferentes dos heterónimos sobre algo, ou a disparar versos soltos e opiniões aleatórias sobre Pessoa.

Marisa

Como saber quando é ano bissexto para totós

Lembro-me de há uns tempos, numa conversa com amigos e amigos de amigos, um rapaz dizer que nunca sabia quando é que era ano bissexto. Ele fiou boquiaberto com a minha explicação. Entretanto, não sei se ainda se lembra e ainda usa o meu "método" porque já não o vejo há três séculos e meio.... O que é que eu lhe disse?! A melhor maneira para se saber que é ano bissexto é pensar que os anos bissextos coincidem com os anos de Europeu de futebol. Claro que isto só resulta com pessoas que gostam de futebol. Eu gosto de futebol e só assim é que consegui decorar quando é que é ano bissexto.

Marisa

28 de fevereiro de 2016

Certezas em noite de óscares

Nota prévia... A última vez que vi um filme dos óscares ia adormecendo e fiquei desiludida com uma parte do final. Só vi o filme porque me falaram muito dele. Gosto de ver filmes, mas não sou muito dada a entusiasmos por estas coisas. Nunca vi uma gala dos óscares, nem sei todos os filmes que estão nomeados.

O que eu sei... Sei que quando estiverem a ir dormir depois de terem visto a maior cerimónia de entrega de prémios eu estarei a acordar para ir trabalhar. E sei que se o DiCaprio ganhar um Oscar toda a gente vai falar disso, e se não ganhar também não se irá falar de mais nada.

Entretanto o Gajo está na minha mesa de cabeceira todo importante, em modo galã dos anos 20, a olhar para mim directamente da capa do Grande Gatsby.

Marisa

Está escuro lá fora

Está escuro lá fora e cá dentro as coisas não estão mais animadas. As cores teimam em desvanecer. Não as quero deixar ir. Não as posso deixar ir. Há dias em que é difícil abraçar as cores, viver com luz, ver a luz. Onde está o sol? Com o sol a chuva não faz (tanta) mossa, faz o arco-íris, faz cor e deixa um chierinho bom. Onde está o arco-íris? Diz que o arco-íris nos leva a um pode de ouro. O arco-íris não tem fim. O pote de ouro, não é mais que o infinito. Há maior riqueza que o infinito?

Quero o meu infinito! Estou cansada deste mundo finito que começa e acaba sempre no mesmo sítio. Ciclos viciosos, dias ociosos. Quero os meus sorrisos de volta! Quero as minhas cumplicidades de volta! Sorrisos e cumplicidades são o caminho para o infinito. Porque que é que entro em becos sem saída? É tão fácil entrar em becos sem saída e tão difícil fazer inversão de marcha e seguir a estrada do infinito. A minha vida tem sido feita de becos sem saída. Quero uma estrada longa sem traços secundários que me leve ao infinito dos meus sorrisos.

É difícil ver o caminho quando está escuro. Está escuro lá fora e cá dentro as coisas não estão mais animadas.


Marisa

27 de fevereiro de 2016

O problema é a 'midade

Como diria a outra senhora, o problema é 'midade. Pior que a humidade são dias de chuva e frio e granizo onde predomina a humidade para quem é alérgico à humidade e vive à beira-mar na Zona Oeste. Para quem não sabe, isto aqui é o pináculo da humidade, o sítio que consegue estar húmido em pleno Agosto (porque todos os Agostos temos pelo menos um dia em que chove como se fosse Janeiro ou Fevereiro).

E aqui estou eu. Com o nariz vermelho, inchado e cheia de comichão.

Marisa

25 de fevereiro de 2016

24 de fevereiro de 2016

Eu e o Sr. Freud

São muitos os dias em que acordo a pensar "ah se o Freud fosse vivo ia procurá-lo para perguntar porque é que sonhei com isto". Para além disso, haveria muito mais para perguntar a alguém como o Freud...

Há uns tempos vi nessa pérola que é o blog Nude Life um giveaway em parecia com o blog Eça é que é essa em que oferecia o livro "Eu e o Sr. Freud", escrito por Isabel Duarte Soares, autora do blog Eça é que essa. O livro chamou-me a atenção logo pelo nome, e quando e li o resumo percebi que teria que ler aquele...


"Eu e o Sr. Freud é uma coleção de cartas com remetentes diferentes, para o mesmo destinatário, Dr. Freud. Estas cartas são, na verdade, como sessões de análise, em que a personalidade que assina é quem está no divã. Os temas são universais, expostos por várias vozes, em diferentes tons, tantos quantas as emoções das pessoas que moram na nossa cabeça, a quem Fernando Pessoa chamava heterónimos. Neste consultório de Dr. Freud, chamamos-lhes, modestamente, deuses e deusas, entre outras coisas…"

Decidi, mais uma, tentar a minha sorte. Tinha que dizer o que perguntaria ao Freud... não pensei muito na resposta, confesso, porque era algo que, de certa forma, pensava e penso algumas vezes, como disse no início do posto. Perguntaria a Freud o porquê dos meus sonhos sem sentido mas cheios de sentimentos. Nunca tenho sorte nestas coisas por isso não me preocupei muito com a data final do giveaway ou o dia em que iam anunciar o vencedor. Na passada terça-feira, dia 16, recebi um e-mail da Francisca do Nude Life a dizer que tinha ganho o livro. Fiquei super contente. Na sexta a Isa do Eça é que essa informou-me que já tinha enviado o livro. Chegou ontem. Já tenho o meu Eu e o Sr. Freud.

Ainda não o comecei a ler. Talvez hoje. Talvez amanhã. Ontem acabei o Morte em Viena de Daniel Silva e ainda estou a recuperar das emoções e do facto de me ter separar dele e dos outros dois do autor. Quase que Prima vou roubar-tos. Vamos ser francas, tu tens muito trabalho, tens que aturar o R e os cães todos os dias, a mim às vezes... não tens tempo para cuidar destes livros e eu posso dar-lhes amor e carinho =) Brincadeira. Eu vou devolve-los.

Acabando com a dispersão... Estou muito curiosa por ler o livro, de certeza que vou gostar. E fica aqui o meu "agradecimento público" à Francisca e à Isabel pelo livro.




Marisa

23 de fevereiro de 2016

Pormenores de felicidade

Passar uma tarde com a Tia e com a Princesa. Ir à casa onde já não ia há muito tempo e percorrer todos os cantos a dizer à Princesa que quatro era de quem, contar a história de um peluche, mostrar o recado que está na porta da cozinha desde que era miúda... Depois fomos para a outra casa fazer um dos meus bolos preferidos (todos os bolos da Tia são bons), lanchamos, conversamos, brincamos...

Sabe bem estes momentos com a Tia. Sempre gostei de estar com ela, estar na casa dela é como estar na minha. Apesar de morarmos perto, já não posso tanto tempo com ela como antes, os meus primos também já não moram lá e isso acaba por influenciar, por isso quando estes momentos acontecem sabem sempre bem. 

Marisa 

20 de fevereiro de 2016

Conta-te poesia

Abri asas e voar
Ser livre com noção
Que algumas quedas existirão
Antes do infinito alcançar

De certo que valerá a pena,
O esforço não será em vão,
Lá de cima a vista será linda

O lindo torna-se banal
Se estiver ao nosso lado
Alguém para o partilhar

Tudo fica sem sentido
Se não for partilhado...

... Queres voar comigo?



Marisa

19 de fevereiro de 2016

Dream about

Impossível não gostar de quem fica feliz com a nossa felicidade e com as nossas vitórias...

I'm a lucky girl with dream friends =)

Marisa

Olhares diferentes

Do outro lado do palco por onde passava todos os dias do meu mês de estágio no TeatroCine de Torres Vedras há quase 6 anos atrás existe uma bonita plateia. Sentei-me lá duas vezes na altura do estágio. Uma nos camarotes para ver metade do concerto de Foge, foge bandido, banda de Manuel Cruz, e outra para ver um peça para bebés. Ambas as vezes aconteceram porque precisava de fazer horas extras para completar as horas mínimas do estágio. Ambas as vezes foram muito enriquecedoras. 

Desde então que não tinha voltado ao meu querido teatro. Aliás, voltei em Dezembro passado com o intuito de ver um espectáculo de dança de uma escola de dança de Torres Vedras, mas, infelizmente, fiquei à porta porque os bilhetes já tinham esgotado, com muita pena minha.

Ontem voltei outra vez. Entrei com um olhar diferente. Já não era o meu sítio de estágio, a menina da bilheteira já não era a mesma de quando eu lá estava (o que faz todo o sentido), não vi a minha orientadora de estágio, nem a G, nem o resto do pessoal do teatro que estava lá há seis anos e que tenho a ideia que ainda lá estão, não entrei por uma das portas laterais nem pisei o palco, entrei pela porta principal e sentei-me na plateia. Fui a uma iniciativa que existe já desde a altura do meu estágio, só que está um pouco diferente. 

Desde a altura que tenho curiosidade em ir a esta iniciativa. Café com filmes. Noites de cinema alternativo. Uma parceria entre o TeatroCine e o Académico de Torres Vedras (ATV). Já tinha ido a uma noite de cinema alternativa do ATV no Verão, mas foi em Santa Cruz, numa parceria com a Transforma, outra instituição cultural de Torres. Agora ir a uma noite de cinema no teatro tem um gosto especial. Há seis anos conheci o TeatroCine e o ATV e os Café com Filmes por causa do meu estágio e da C' que esteve comigo, e por causa do R' e V' que eram da minha turma e estagiaram no ATV. Nos dias de hoje uma das minhas amigas de infância trabalha nessa instituição. Não foi com ela que fui ontem ver o filme, foi com a irmã, mas continua a estar tudo interligado e isso tem a sua piada e significado. 

Concentrando-me no Café com Filmes. O Café com Filmes é uma iniciativa do ATV em parceria com o TeatroCine, como já disse. É um bom programa de quinta-feira à noite, começa cedo e não acaba muito tarde e isso é bom para quem tem que acordar cedo; porque se tem a oportunidade de ver um filme mais alternativa do que os que passam na televisão ou no cinema num ambiente diferente das salas de cinema. Eu sei que sou suspeita, mas o teatro de Torres é muito bonito. A noite começa na entrada do TeatroCine, onde é feita uma pequena introdução ao filme e ao autor, depois passa-se para a sala de espectáculos onde se realiza a visualização do mesmo. Ambos os sítios são bastante acolhedores. A entrada é pequena, por isso, mesmo com poucos espectadores fica cheia facilmente. Tem uma escada larga e curva que dá um ar rústico e uma parede forrada com fotografias e palavras de artistas portugueses em tons de preto e branco, um misto de vintage e moderno minimalista. A sala de espectáculos já tem um ar mais moderno... tem 450 lugares entre a plateia principal, camarotes e a plateia de cima, os bancos são de madeira clara e almofadados em tons de vermelho o que dá um quente e de aconchego. Em relação aos filmes, são todos especiais e com uma boa história por trás. 

O filme de ontem foi o Táxi do iraniano Jafar Pahani. Jafar Pahani está proibido de filmar durante 20 anos. Este filme foi a terceira vez que quebrou as regras. Instalou câmaras ocultas num táxi que conduziu pela cidade de Teerã enquanto filmava as conversas das e com as pessoas que ia apanhando, com o objectivo de mostrar a actualidade do seu país. 

Marisa

16 de fevereiro de 2016

Karma is a bitch



Karma é passares a tarde mandares piadas sobre os D.A.M.A. e quando vou ouvir música, porque preciso de descontrair e tal, numa lista aleatória o que aparece primeiro é...

Como é que estás? Tira esse ar de desprezo
Eu vi-te a olhar para mim eu nem olhei estou ileso, foste tu
Miúda não mintas. Mas também não foste a única por isso acredita
O que é que eu quero? Nada que não queiras.
Hoje sou só eu e tu de qualquer das maneiras
E não olhes para o lado com esse ar superior
Com a mania que és difícil quando queres é calor.
Quer, D.A.M.A

Começo a mudar de música e à terceira o que me espera é...

Às vezes não sei o que queres e digo ok
Às vezes não sei o que faço e tu tá bem
Às vezes fazes de propósito, eu sei
Uma vez não são vezes e eu não digo a ninguém
Ás Vezes, D.A.M.A


Marisa

15 de fevereiro de 2016

Estar em alta

Eu e o Priminho mais Velho conseguimos arranjar private jokes, daquelas mesmo parvas quase do nada.
Hoje passou o tempo a dizer que estou em alta. E estou mesmo, porque a psiquiatra me deu alta. Um ano e um mês sem medicação (pelo menos química) e hoje tive alta das consultas com a psiquiatra... Mais uma vitória. Um bom motivo para estar em alta!

Marisa


O pânico, a catarse, a loucura

ALERTA VERMELHO! ALERTA VERMELHO! ALERTA VERMELHO!

Há dias que estamos a ouvir estas palavras nos media sobre o estado do tempo no país. Quando ouvimos as palavas "alerta" e "vermelho" juntas começamos a pensar que vamos ter as maiores tempestades que se pode imaginar... cenas ao estilo de furacões americanos. Éhn! Errado.  Se formos averiguar bem as coisas, percebemos que os alertas não são assim tão específicos porque o alerta vermelho refere-se à agitação marítima.

Avaliando apenas a minha zona, porque não vou pesquisar sobre as outras... Alerta vermelho para agitação marítima. Alerta laranja durante mais umas horinhas devido ao vento, se bem que o alerta laranja que se prevê está no seu limite mínimo, por isso é quase amarelo, a zona oeste consegue passar quase o ano inteiro com alerta amarelo em relação ao vento. Chuva? Não se prevê muita até à hora de almoço e nenhuma a partir dessa hora (espero mesmo, mesmo, mesmo que sim!). 

Então porque é que eles têm que estar a assustar as pessoas a dizer que parte do país, incluindo aquela em que eu moro, está em alerta vermelho?! Eu não quero ficar sem mãe por causa de qualquer ataque que lhe possa dar por causa da especulação de vento como existiu em Dezembro de 2009 que levou tudo atrás. 

Marisa

14 de fevereiro de 2016

Será que as pessoas que bebem redbul ficam assim?!

A partir deste momento proíbo-me de beber 4 canecas (não meras chávenas, foram mesmo canecas grandes) de chá de gengibre e de tomar menos de metade da dose de comprimidos para a sinusite. Mesmo que esteja a morrer vou aguentar! Porque não há-de ser tão doloroso como estar com o coração acelerado quando o que preciso é de dormir...

Parece que estou drogada.

Marisa


Conta-te poesia

As palavras estão escritas...
Serão elas alguma vez ditas?
Não sei.
Não sei se chegarei a saber
Não sei porque continuo a temer

Palavras...
Palavras leva-as o vento
Dizem vocês leigos de sentimento
Que só querem saber de acções
E não lêem corações

Querem uma acção?
Acção é o vento pegar numa folha pela mão,
Levá-la e não a deixar voltar

O vento pode levar tudo
Mas as palavras não me vai tirar
Porque o sentimento ele não consegue soprar

As palavras só desaparecem
Quando o sentimento desvanecer
E não é do vento que se tem de temer,
Mas sim, de quem quer esquecer

Marisa


Dream about

Escrever é muito mais fácil do que falar, ou agir. Podia dizer que escrever era mais fácil que viver... É mentira. Escrever é uma forma de viver. Ou será que é de sobreviver? Um pouco das duas, depende dos dias.

Marisa


Disto de existir um dia dos namorados

Amor é uma menina de cinco anos obrigar a mãe a comprar uma prenda para o seu amado Primo mais velho no dia dos namorados.

18 anos e poucas paixões depois ele continua a sê-lo.

Marisa


13 de fevereiro de 2016

Vale a pena?!

Vale a pena perder tempo com piadas sobre derrotas de um clube que não o nosso? Vale a pena perder tempo com problema que não os nossos? Por um clube perder um  jogo não perde o mérito de uma história. Por um clube ganhar a outro não quer dizer que faça história.

Isto não se trata de futebol. Trata-se de necessidade de ver os outros em baixo e infelizmente isso não se passa só em relação a jogos de futebol.

Porque é que o mundo está tão cheio de pessoas que querem e precisam de atingir as outras? Vale a pena perder tempo a dizer mal de algo ou alguém? Se é para sentir algo que sejam bons sentimentos. Vale a pena gastar energias com raiva? Eu prefiro pensar que o meu clube perdeu, mas deu tudo e que ainda falta rolar muita bola e correr muitos minutos até ao último minuto. Prefiro pensar no #juntos #sejaondefor e estar bem com pensamentos positivos.

Isto não se trata apenas de futebol.... Quantos pensamentos negativos já me fizeram seguir por um rumo que não era o que eu queria?! Nem sei. Nem quero pensar nisso agora. Esses pensamentos já me deram raiva de mim mesma. Volto a perguntar, vale a pena a raiva? Vale a pena a escuridão? Vale a pena o medo? Se é para ter sentimentos que sejam aqueles que nos põem sorrisos parvos na cara e, se possível, na cara de quem gostamos. O que é mais importante? Deitar alguém abaixo ou subir ao topo com alguém? Acho que a resposta é fácil. Subir com alguém ao topo, porque se deitarmos todos a baixo, não teremos ninguém para partilhar a vista que conseguimos alcançar da felicidade. Mas também é sempre tão mais fácil gozar...

O sentimento é quase tabu. Vemos tantas palavras bonitas espalhadas por aí, que apenas são pinturas aleatórias de alguém que não percebe nada de arte. A arte está no sentir. Contra mim falo que nem sempre sei como expor os meus sentimentos. Sentir é difícil porque quem sente é gozado e o sentimento está cada vez mais banalizado.

Mas vale mesmo a pena esconder os sentimentos positivos que temos? Vale mesmo a pena ir pelo caminho mais fácil? Não valerá mais a pena remar contra a maré? Não valerá mais a pena pôr um sorriso no rosto e espalhar amor do que raiva? Não valerá a pena tirar a máscara de insensível e mostrar o melhor que há em nós? Não valerá mais a pena não ter medo e arriscar? Não valerá mais a pena arriscar?

Não pretendo ter um discurso digno e miss universo... apenas pôr de lado os meus medos e ter força para arriscar.

Marisa

12 de fevereiro de 2016

Primos will be Primos

Lembro-me de uma expressão que a minha turma tinha no secundário que era "The power M". Essa expressão podia ser adaptada para descrever os bons momentos que passo com a Prima M. Nem sempre parece, mas temos umas quantas coisas em comum. Principalmente o facto de sermos doidas. Mas isso também é algo que se estende aos 8 primos que somos e a mais membros da família.

A M nem sempre foi a minha prima mais próxima. Agora é. É giro que, apesar de termos 7 anos de diferença (ela é mais velha) somos tão parecidas. Quando damos por nós temos sapatos iguais, e vemos-nos a usar as roupas ou malas uma da outra, temos ambas um gosto selectivo na comida (eu mais porque sou esquisita ela mais porque tem algumas limitações), temos um sentido de humor parecido, temos outros gostos em comum. Ela não ainda sabe mas eu quero seguir um curso superior da área do dela.

O melhor e mais cómico temos uma enorme pancada de tirar fotografias com a língua de fora, ou a fazer caretas. Praticamente todas as fotos recentes que temos estamos a mostrar a língua ou a fazer caretas parvas. 

E aquele pormenor da conversa sobre a noite de segunda de Carnaval tem toda uma piada

Prima M, enquanto me mostrava um video no telemóvel -  Eu estava na praça a filmar o I will survive e apanhei uma personagem...
Eu -  Espera não me digas que estiveste na mesma praça que eu (há duas praças principais no Carnaval para quem desconhece) a filmar o mesmo que eu?!

E sim, estávamos em pontas opostas da praça a filmar a mesma coisa sem sequer saber. 



Marisa

11 de fevereiro de 2016

Dream about

Retirei esta imagem da página Estrangeirismos de Zack Magiezi...



O meu amor não é cego, é, como eu, míope... quando está à distância fica meio desfocado e faz-me vir as lágrimas aos olhos.


Marisa

You C'

Ondeio tê-la longe. Raios partam tudo o que leva as pessoas a emigrar. Agora que está cá, estou a contar as horas para o reencontro tão esperado. A internet é muito boa para conversar mas nada como estar cara a cara. Nada como o abraço que tanto anseio por dar. E não prometo que não vou chorar.



Marisa

10 de fevereiro de 2016

Só porque eu amo você... Carnaval

Sei que estes dois dias de Carnaval valeram por todos quando começo a ficar com dores nas pernas. Mas vale a pena. Vale sempre a pena. E que para o ano haja mais e mais e muita dança e muita música e muita gente e muita  animação.

E aquela típica frase "Pai, mãe... Obrigado por ser torriense"

Marisa


Dream about

Porque é que a minha cabeça tem que estar cheia de pontos de interrogação? Porque é que penso tanto? Porque é que faço tantas histórias? Porque é que há tantos porquês?



Marisa

8 de fevereiro de 2016

Contradições de uma torriense

Uma pessoa está numa luta constante para domar o cabelo para ele ficar liso e fofinho porque ele está sempre com uma espécie de caracóis horríveis e agora que quero-o rebelde para a figurinha do Carnaval ele teima em ficar liso e bem comportado.

Marisa


6 de fevereiro de 2016

Primos will be Primos

Primo mais novo - Então vieste mascarada de palhaçada?

Eu - Não. Vim mascarada de mim mesma.

Primo - Então vieste de palhaço...

Eu - Não vim de Marisa!

Primo - Então vieste de palhaça!

Eu - Ok tens razão. Vim de palhaça. Faz sentido.

M e M a tratarem-se bem desde mil nove e noventa e cinco. Seja como for gostamos muito um do outro.

Marisa


5 de fevereiro de 2016

3...2...1... Carnaval de Torres Vedras!

E é hoje o dia tão ansiado pelos torrienses desde há quase um ano atrás... O dia em que começa oficialmente o Carnaval de Torres Vedras!

Como manda a tradição o primeiro desfile é o das escolas, onde as crianças do concelho são os reis da festa. Assim sendo, esta manhã Torres Vedras foi invadida minis foliões (e alguns não tão minis que as secundárias também gostam de marcar a sua presença) que encheram a cidade de cores e alegria com as suas figuras e figurões... e foi entre minions e zé povinhos, reis e bobos da corte, pipis das meias altas e topogigios e muito mais que teve início o Carnaval mais Português de Portugal.

E não se esqueçam "A vida são dois dias e o Carnaval de Torres Vedras são seis!"

Marisa



Coisas

Acabo de descobrir que hoje é dia mundial da nutella e, sem saber, esta manhã comi um delicioso croissant com nuttela que me soube pela vida. 

Marisa

4 de fevereiro de 2016

Posso arrancar o coração?

Posso arrancar o coração? Preciso de o deitar fora, para bem longe, algum lugar desconhecido onde não o possa ir buscar. Um lugar difícil de alcançar. Um lugar tão difícil de alcançar como difícil é suportar tanto sentimento que ele carrega. Como é que uma pessoa consegue ter tanto sentimento?

Importas-te de parar com isso, coração? Claro que não! Tu não queres saber, porque se tu quisesses saber saberias que esse sentimento que transbordas não é um mar de rosas, ou até pode ser um mar de rosas... um mar tumultuoso no meio de uma tempestade de inverno, um jardim de rosas cheias de espinhos que animam a visão e rasgam a pele até fazer sangrar. 

Pára! Tu já sabes onde isto pode dar e nem tu nem eu gostamos ou queremos isso. Agora fizeste-me escrever pode e não vai porque me fazes acreditar que também pode levar-nos para um sítio melhor, que poderá haver um outro coração cheio de sentimentos. Pára! Já devia estar a dormir e não consigo porque tu não páras e o cérebro não está a ajudar nada também. Ainda não percebeste que estou cansada, que quero deitar fora este sentimento, ou pelo menos saber lidar com ele e controlá-lo. Sinto-me tão incapaz perante ti. Sinto-me tão incapaz quando penso nele.

Posso arrancar o coração e mandá-lo para o fundo do mar? Seria o lugar ideal. O coração pertence ao mar, o coração é como o mar... nele posso sufocar, nele posso sossegar,



Marisa

3 de fevereiro de 2016

Choque geracional

Encontrado nas memórias do Facebook que eu partilhei há uns anos atrás através de uma página qualquer...

Marisa


2 de fevereiro de 2016

Dreams about me

Quando criei este blog e "abandonei" o meu velhinho (não tanto assim) e querido antigo blog tinha a intenção de que este fosse um blog mais pessoal, que tivesse mais a ver com o meu eu de agora, que fosse a minha casa e a minha cara.

Então, ao contrário do que fizera no antigo blog, pus uma foto minha como "foto de perfil". Na foto que tenho aqui na página não se vê mesmo a minha cara, mas é uma foto que gosto bastante porque sou eu a olhar para o mar num início de final de tarde bem bonito, Aliás sou eu a olhar para o "meu" mar. Não importa que vistas irei ver, que praias irei visitar, o "meu" mar será sempre o meu paraíso. Naquela foto estou nas arribas que dão para a minha praia de sempre, o meu "paraíso à beira-mar plantado", o sítio onde gosto de sonhar, chorar, pensar, sorrir, cantar, fotografar e até dançar. Cantar e dançar se não estiver lá mais ninguém, claro.

Há dias partilhei os links do face, pinterest e insta aqui do sítio. Eram os mesmo do meu antigo blog, mas com o nome mudado. Hoje decidi mudar o instangram para o meu pessoal. Confesso que apaguei algumas coisas para o fazer. Mas não me faz sentido ter duas contas de isntangram diferentes.

Se quiserem seguir força. E se quiserem identificarem-se, melhor =)

Os links estão na barra lateral.


Marisa

Nível de cumplicidade

- Como é que percebeste que ando bem da vida?

- Pela forma  que me escreveste


E assim se vê quem me conhece bem


Marisa

Conta-te poesia

Dá-me um abraço apertado
Daqueles que me deixam sem ar
Que me fazem voar
Não para o infinito do céu
Mas para o infinito de estar a teu lado

Dá-me um sorriso sincero
Deixa para lá o mistério
Olha-me nos olhos
Vês que és tu quem quero

A ti quero
Por ti espero
Por ti desespero

Ai
Quantos ais tem o amor?
Quantos desesperos
Quantas loucuras
Quantas esperas
Quantos desejos

Desejo uma vida de desejos
Sonhar de olhos abertos
Sempre contigo por perto
Num passeio à beira mar
Numa cama a ofegar
Em dias encobertos
Em Verões escaldantes
Sentimentos penetrantes
Sentimentos descobertos
Sentimentos perversos



Marisa