31 de janeiro de 2016

Internet

Internet... A pausa necessária depois de um capítulo doloroso sobre Auschwitz.

Quem disse que Morte em Viena ia ser um livro fácil? Eu pensei, mas já vi que estava errada. Depois da Rapariga que roubava livros, d'O Confessor, do Príncipe de fogo e deste, tão depressa não me ponho noutro livro que esteja ligado a religião, segunda guerra mundial ou mundo arabe/islâmico.

Marisa


5 comentários:

  1. Também li dois que falavam sobre a mesma coisa.

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  2. São livros fortes!
    R: Acredita que sendo fria como eu sou há muito tempo que não me desiludo..

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  3. Eu li "Diário de Anne Frank" e vi o filme "A Rapariga que Roubava Livros", vi "A Lista de Schindler", "O Rapaz do Pijama às Riscas", "O Pianista" e cheguei a uma altura em que tive de parar. Não há coração que aguente tanto horror. Uma pessoa fica com vontade de ressuscitar o Hitler e toda aquela cambada nazi, só para os poder matar outra vez. Malvados!

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    1. Não tenho vontade de fazer isso que eu sou baixa e morena e maus como eles eram ainda davam cabo de mim antes de eu dar cabo deles.

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  4. Adorei o teu comentário! Eu também tenho músicas que representam pessoas queridas! :)
    Beijinho grande, gostei muito do teu blogue! Estou a seguir :)

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