31 de janeiro de 2016

Internet

Internet... A pausa necessária depois de um capítulo doloroso sobre Auschwitz.

Quem disse que Morte em Viena ia ser um livro fácil? Eu pensei, mas já vi que estava errada. Depois da Rapariga que roubava livros, d'O Confessor, do Príncipe de fogo e deste, tão depressa não me ponho noutro livro que esteja ligado a religião, segunda guerra mundial ou mundo arabe/islâmico.

Marisa


28 de janeiro de 2016

Dream about

Posso gozar contigo, posso?
E posso desabafar contigo?
E lembrar os velhos tempos contigo, posso?
E posso criar novas histórias contigo, também posso?
E posso sonhar contigo, posso?
E posso voar contigo,  posso?

Marisa


27 de janeiro de 2016

Dream about

Silêncio.
Paz.
Tranquilidade.
Sozinha comigo.

Sabia-me tão bem ter um momento só meu, um lugar só meu, estar só eu, as minhas coisas, o meu sossego e o meu desassossego.




Marisa

26 de janeiro de 2016

Conta-te poesia

Cruzo palavras com sonhos,
Sentimentos com ambições,
Olhares com tesões

Não sei onde vou parar,
O que algum dia irei alcançar,
Como será a minha luta

Menina astuta
Mulher ingénua
Palavra bruta
Carícia terna

Sonhadora
Pragmática
Agitada
Estática

Escondida a um canto
Lembro todo um encanto
De um momento inexplicável
Desejo inolvidável
De um pecado santo



Marisa

Se a sua camisola tem uma música ela passa na M80

Era mais um dia normal de trabalho, tinha vestida a minha camisola nova que comprei nos saldos da Stradivarius, a rádio estava sintonizada na M80, como sempre, e de repente começa a tocar um daqueles êxitos dos anos 80 e percebo que a minha camisola tinha escrito na camisola um verso da canção que estava a tocar e que por acaso até gosto muito e é do Phil Colins, e é uma das "heranças" do bom gosto musical do Papi.

(não sou eu... foto do site da Stradivarius)




Marisa


Vamos animar isto

Estão a ver aqueles botõezinhos vermelhos na barra lateral do blog? Podem e devem ir lá espreitar! Tem o Facebook o Instangram e o Pinterest do blog.

And Drem It

Marisa

"Vitorino bebe mais um fino..."

"Vou-vos contar,
A história do Vitorino,
Um rapaz de muito tino,
Veio do campo para a cidade.(2x)
Habituado que a vida é trabalhar,
Não beber e não fumar,
(...)
Viiitooorino bebe mais um fino,
Conserva e ajuda a engordar.(2x)
Vitorino bebe mais um fino,
Ai, emborca Vitorino,
Bota abaixo, Vitorino,
Ai, és grande, Vitorino."

E pelas imagens que vi da noite das presidenciais o Vitorino, mais conhecido como Tino de Rans, emborcou e não foi pouco. O Tino é grande. Eu não votei no Tino. Só votava no Tino se o Marcelo não fosse candidato assim só no gozo, como, provavelmente, uma boa parte das pessoas que o fizeram. Ainda disse que ia votar no Tino ao Primo mais Novo, quando nos encontrámos na nossa antiga escolinha, na minha sala não na dele, para ir votar. Nessa altura estávamos à entrada e pusemos-nos à procura do nome do Tino no cartaz de votos que estava pendurado ao lado da porta. Quem o viu primeiro foi o Primo mais Novo e disse "o Tino está ali em cima da Marisa", ao que eu respondi "eu Tino nunca irá estar em cima da Marisa porque aqui a Marisa não deixa isso acontecer", o Primo mais Novo que há muito que percebeu que não vale a pena lutar contra as perversidades que eu digo mandou um sorriso malandro de cumplicidade, não convinha estar a alargar a conversa porque estavam menores na sala e começaram a aparecer pessoas. E assim se torna o acto de votar num momento perverso.

Marisa

25 de janeiro de 2016

Pormenores de felicidade

Estar mais que morta, mas, mesmo assim, ver a Masha e o Urso com a Princesa.

Marisa


Morri!

Não me lembro de dormir. Sei que dormi porque sonhei com pessoas a discutir e a baterem umas nas outras. Levantei-me às seis para ir trabalhar. Passei a manhã a ouvir chover, felizmente a trovoada passou rápido. Estou sem conseguir raciocinar direito. Ligo o cabrão do Facebook e vejo que hoje é dia 25 e faz 12 anos que o Feher morreu. Faz 12 anos que vi pela primeira vez um jogo de futebol a sério. A minha capacidade de raciocínio continua na lama e agora junta-se as imagens do Feher a levar um amarelo, a rir, a apoiar as mãos nos joelhos, a cair para o lado... E vou ficar com estas imagens na cabeça o resto do dia.

Não fosse trabalhar à tarde e ia enroscar-me na minha cama e ver se entrava em coma psicológico e dormir a tarde toda.

Ah e visto que hoje só se falará das presidenciais de ontem, relembro aqui que dia 25 de Janeiro é também o dia de aniversário do Rei Eusébio.

Marisa


24 de janeiro de 2016

Óculos

Usa óculos e adora e não se consegue se ver sem eles. Eu!

Marisa


Mereço uma estalada na cara

A Quase que Prima avisou-me que os livros que me emprestou tratavam-se de uma trilogia. Eu fui pesquisar a ordem e até escrevi em cada livro. Li o primeiro e apenas quando cheguei a umas 50 páginas do que supunha ser o segundo é que percebi que afinal era o terceiro. Agora já não há volta a dar... É acabar este e ler o outro. Seja como for a história é quase independente.

Marisa


23 de janeiro de 2016

Dream about

Gosto que o mar esteja bravo à noite, porque quando isso acontece eu consigo ouvi-lo do meu quarto. E que melodia boa a do cantar do mar.

Marisa


21 de janeiro de 2016

Faltam 15 dias

E o segundo melhor Carnaval do mundo já está a ganhar forma. Falo do da Santa Terrinha, que já está cheia de bonecos de Carnaval. Acreditem pessoas, a seguir ao de Torres Vedras, o nosso é o melhor!

Marisa


Monstro das bolachas

Num diálogo interior o meu cérebro pergunta ao meu estômago se tem fome. Não, não tem. O cérebro, que gosta de questionar tudo, pergunta porque é que o estômago está a comer sem fome. O estômago e o coração respondem em unissono "são bolachas Maria!"

Marisa


20 de janeiro de 2016

Dream about

E quando começa a escurecer pergunto-me onde estará a luz do seu olhar...

Marisa


Enfrentar os medos

A minha "primeira" aula de condução foi esta manhã. Foi estranho entrar naquele carro dois anos depois. Consegui não me enervar, fiquei apenas um pouco apreensiva com o que iria acontecer, se iria conseguir, se iria fazer algum disparate, se o G me ia dar na cabeça (como se o G fosse capaz de me dar na cabeça...). Enfim, os medos não desaparecem num estalar de dedos. O importante é que consegui controlar e enfrentar os meus medos hoje e aula correu muito melhor do que estava à espera e isso faz com que me sinta muito mais confiante.

No que diz respeito a confiança tenho melhorado bastante nos últimos tempos. Aquele "clique" que me deu na cabeça e me fez pensar que não podia continuar a caminhar para o fundo do poço e sim para o topo da montanha foi muito bom. Tenho estado mais livre e confiante e com vontade de mudar e lutar e enfrentar e sorrir.

Aos poucos e poucos as coisas hão-de começar a compor-se cada vez mais. Quero acreditar que sim.



Marisa

19 de janeiro de 2016

Faltam 17 dias

"Olha que belê
Que belê
Que belê
Que beleza
Que beleza é ver você curtir comigo
Agora

Sei que esse amor
Não tem limites
Pra sonhar com algo
Muito especial

Quando estamos juntos
Acredite
Minha vida vira um
Carnaval"



Faltam 17 dias para o Carnaval mais Português de Portugal, para a bêleza que é o Carnaval de Torres Vedras e já não se fala de outra coisa. Ou até se fala, mas todas as conversas vão dar ao mesmo tema. 

Marisa

Nível de cumplicidade

- Quando eu apanhar o teu namorado (aquele que não existe) vou encostá-lo à parede e dizer-lhe "Oh tu aí, ou te portas bem com ela ou vais levar comigo! ai de ti que te portes mal, ouviste?! Olha que eu sou o irmão mais velho dela, se lhe fizeres mal encho-te de porrada... dou-te dois estalos na cara e cais para o lado!"

E ontem o H decidiu que seria o meu irmão mais velho para me defender dos rapazes como se eu fosse uma menininha e eu gosto da ideia porque (ainda) o vejo como um primo e sabe sempre bem ouvir alguém com que nos preocupamos a dizer que nos quer defender.

Marisa

18 de janeiro de 2016

Um minuto de silêncio

Faço um minuto de silêncio por Marcelo Rebelo de Sousa, porque acabei de o ver a ser violado por uma velha numa reportagem.

E outro minuto de silêncio por mim e por todos os que levam com a campanha do Tino de Rans


Marisa


17 de janeiro de 2016

Dias

Sabe tão bem ir jantar às 19.00h para ir dormir cedo porque tenho que acordar antes das 6.00h... Só que não!

Marisa


Até a princesa me acha tarada

Ainda agora...

"Mana olha para a televisão!"

Olho e está a dar uma reportagem do Cronaldo na GQ.

"O que é que tem?", pergunto

"É que está lá um homem nu...", responde com um sorriso malandro

"É só o Ronaldo, não gosto."

"Ah, mas está nu."


Ela sabe que do que eu gosto, mas eu sei que ela também gosta.


Marisa

16 de janeiro de 2016

Um emoji também pode valer mais que mil palavras?

Uma imagem vale mais que mil palavras. Uma palavra também pode valer mais que mil imagens, pelo menos para mim que sou uma amante de boas palavras. Mas as imagens também têm um poder enorme. Há imagens que intrigam, que comovem, que apaixonam, que correm o mundo.

Com a multiplicação dos media e das redes sociais as imagens alcançam o mundo cada vez mais num menor espaço de tempo. Graças às redes sociais, o que ganhou uma grande dimensão nos últimos tempos foram os emojis. No tempo do velhinho MSN eram apenas smiles.

Muitas vezes usam-se emojis só porque sim, outras muitas vezes para fingir que se achou interessante algo nos foi dito ou mostrado, ainda há os emojis "sinceros". É preciso conhecer a pessoa que manda um emoji para perceber o seu sentido. Um emoji pode desiludir. Um emoji pode deixar-nos com um sorriso parvo na cara. Um emoji deixou-me com um sorriso parvo na cara. Admito.

Marisa

15 de janeiro de 2016

13 de janeiro de 2016

Dream about

A necessidade de partilha aumenta com o sentimento. Os dois sobem a rua de mão dada, passam por mim e abrandam. Olham-me e depois seguem e viram a esquina a sussurrar entre risadinhas que eu não tenho jeito para lidar com eles.

Marisa

13 é um bom dia.

Gosto do número 13 há muito tempo. E nem sempre tive uma justificação para tal. Apenas gostava. A minha simpatia pelo 13, com os anos, acabou por se confirmar que este número era mesmo bom.

Vamos começar pela primeira descoberta. Foi a quando a leitura do livro "Não sou o único", a biografia do Zé Pedro, onde contava também um pouco da história dos Xutos & Pontapés. História essa que começou há exactamente 37 anos, quando no dia 13 de Janeiro de 1979 a banda deu o seu primeiro concerto. Os Xutos são a minha banda preferida desde sempre. Eu quase que passei a fase Avô Cantigas e saltei logo para o bom rock português. O ano passado tive o privilégio de assistir a um concerto deles  devo dizer que foi dos melhores que já fui, e o que teve mais significado. A história está aqui. Desse concerto há um momento fofo que ficou registado em vídeo e fica ainda mais na minha memória e não só. O concerto já ia adiantado quando começa o famoso solo do Zé Pedro da eterna música "Maria". A Princesa Maria estava em casa a dormir. A mana e uma parte da família estava no concerto e começaram a gritar "esta é para a Maria". A Princesa também já gosta de Xutos e escusado será dizer que ficou super contente quando lhe mostrei o vídeo dos Xutos a cantar a canção que tem o seu nome com a família a dedicar-lhe a mesma aos gritos. Quem tem uma família doida tem tudo.

Quem tem uma Princesa como eu também. E o dia 13 de Janeiro não é só especial pelo primeiro concerto dos Xutos. É ainda mais especial porque foi este dia que me deu um dos maiores tesouros da vida... A minha Princesa. Foi há 6 anos. Também era quarta-feira, eu estava no segundo ano do secundário e só tive aulas de manhã. A caminho de casa, no autocarro fui a ouvir música no meu mp4 e não ouvi o telefone tocar, de todas as vezes que o meu pai me ligou naquela meia hora de caminho, quando cheguei a casa tinha a minha avó à porta à minha espera. "A menina já nasceu!" foi o que ela me disse. A menina já nasceu. A menina nasceu. A mana madrinha não coube em si de felicidade. Almocei à pressa que já era duas e meia e voltei à cidade para ver a Princesa. Tão pequenina e mesmo assim a maior dos três irmãos. Tão linda. Tão simpática. Tão fofa. Tão perfeita. Era a minha menina. É a minha menina e será sempre a minha menina. O meu filme da Disney preferido é o Frozen pelo simples facto de privilegiar o amor de irmãs. Amo-a tanto até quando ela está horrivelmente energética e eu horrivelmente sem paciência e já não a posso ouvir. Amo-a quando dançamos e cantamos juntas. Amo-a quando goza comigo. Amo-a quando temos conversas filosóficas ou engraçadas ou quando me conta histórias ou quando vemos algo que gostamos em conjunto. Amo-a quando me enche o cabelo de nós só porque tem o vício de mexer nos cabelos. Amo-a quando me pede mimos e quando é ela que mos dá. Amo-a desde que soube que a minha mãe estava grávida. Amo-a simplesmente no sentido mais puro de gostar e amar e sentir e viver.

Se o destino ou algum deus ou outra coisa qualquer existe, dar-me uma irmã aos 17 anos foi o melhor que me poderia ter dado. Não só na altura mas ao longo destes 6 anos de altos e baixos.

Marisa

Vamos brincar ao faz de conta

Faz de conta que aquele chantili sobrou do bolo da princesa iogurte natural, que o pêssego enlatado é fruta biológica da época e que estou a comer uma sobremesa super saudável. Bem o pêssego não deixa de ser fruta e o chantili não deixa de derivar do leite...

Marisa


12 de janeiro de 2016

Dream about

Então e o amor?
Pousou-me no ombro com leveza e deixou-se ficar com o peso da memória que o sonho nunca foi história.

Marisa Maria


Onde pára o secundário?!

Percebo que estou a ficar velha e que já pouco resta da Marisa do secundário quando vou a Torres de autocarro e não tenho paciência para aglomerados de adolescentes a falar da escola e dos pseudo-amores e a fazer muito barulho no autocarro, autocarro que eu tenho sempre que verificar os horários, porque não os sei de cor apesar de andar várias vezes de autocarro, assim como estranho sempre a volta que o autocarro dá dentro da cidade.

As coisas mudam. Mas eu continuo a preferir um lugar à janela para ir ver a paisagem que conheço tão bem e ouvir uma música e ler um livro. Agora também gosto de escrever. Na altura também escrevia coisas, mas eram mais para a escola. E as pessoas, por mim, mantinhas as pessoas do secundário em todas as minhas idas à cidade. Ou melhor, uma pessoa... Porque há coisas que mudam, há outras que nunca mudam, e há outras que se reformulam.



Marisa Maria

11 de janeiro de 2016

Cansaço ou vício

Numa última espreitadela pelo Facebook vejo uma daquelas publicações de textos anónimos super fofinhos que não irei ler para não deprimir, cujo título era "quem ama comete loucuras". Eu devo andar tanto a comida que na primeira vez li "quem ama omelete loucuras". Talvez não devesse pensar tanto em comida

Marisa Maria.


9 de janeiro de 2016

Primeiro passo

Acabei de ligar para a escola de condução onde tirei a carta. Posso ter aulas lá com o instrutor que eu quero, o G, que foi quem me deu praticamente todas as aulas quando tirei a carta. E as aulas são metade do preço que eu pensava, o que também é bom.

Daqui a poucas semanas faz 2 anos que tirei a carta. Nestes dois anos mal peguei num carro. O motivo? O medo, sempre o medo. Recentemente comprei um carro e, depois de ano e meio sem conduzir, quando peguei nele não conseguia fazer nada, não sabia fazer nada. Entrei em pânico. Eu sabia que ia precisar de umas aulas, mas nunca pensei que não fosse capaz sequer de manter o carro direito.

Tinha duas opções. Vender o carro e desistir de conduzir ou deixar passar um tempinho para recuperar do choque e ter aulas antes de pegar no meu carro. O mais normal para mim seria desistir. Quase que desisti de tirar a carta. Desisto de quase tudo porque tenho medo de quase tudo. Estou um bocado cansada desta atitude derrotista, por isso decidi ir pelo caminho mais "difícil". Vou gastar dinheiro que podia pôr de parte para um outro objectivo, vai ser difícil voltar a conduzir, vou precisar de força e coragem, mas irei lutar e irei conseguir.


Marisa Maria

8 de janeiro de 2016

O melhor ano político de sempre

Irá ser este! Eu sei que 2016 ainda agora começou, mas com tanta participação do Tino de Rans em debates sobre as presidenciais este ano promete.

Marisa Maria*


"Evidentemente!"

Aquela que será a notícia da semana no mundo do futebol. Uma reportagem em directo de um café no Porto. Três senhores a almoçar francesinhas (pelo menos um estava a comer uma francesinha), dois deles do fcp dizem concordar com a saída do Lopetegui, o terceiro diz que é do Benfica, à pergunta do jornalista se preferia que o Lopetegui continuasse no fcp a mesma resposta que eu e ao mesmo tempo "evidentemente".

E não vale a pena criticar. Todos os benfiquistas e sportinguistas  têm o direito de dizerem que gostavam de ver o Lopetegui no fcp (aliás isto deve ser o único momento em que adeptos de ambos os clubes da 2ª circular estarão de acordo e isto devia ser considerado um marco histórico). Mais também há muito não benfiquista a gostar do Benfica como está agora e deixa-os estar se não me chatearem muito.

Chama-se liberdade de opinião e expressão e temos que respeitar a opinião um dos outros. Como aqueles três colegas/amigos/sejam-lá-o-que-for/senhores que foram entrevistados em que dois deles estão contentes por o Lopetegui sair e um preferia "evidentemente" que ele continuasse a perder no fcp. Chama-se também desportivismo e fair-play.

Marisa Maria*


7 de janeiro de 2016

Pormenores da felicidade

Marisa Maria*


Podia ser uma piada política

Esta semana a princesa tem visto um desenho-animado de manhã que se chama "Pedrito Coelho" à hora em que estou a tomar o pequeno-almoço. Isto de ter crianças em casa faz com que, mesmo que se tenha mais de 100 canais, acaba-se sempre por ver bonecos...

Em relação ao novo desenho-animado, em todos os episódios o Pedrito Coelho vai a uma quinta roubar algo, até agora frutas ou legumes. No outro dia Pedrito Coelho estava a roubar Couves de Bruxelas... 

Serei a única a achar que isto poderia ser considerado uma piada política?! Para além de não ser nada didáctico ensinar crianças a roubar coisas. Nesse mesmo episódio disseram que não se devia roubar a bola de brincar do gato da quinta, mas uma saca cheia de couves já é na boa. 


Marisa Maria

3 de janeiro de 2016

A little dream of me

Mais do que uma vontade, mudar é uma necessidade. A little dream of me. Para além de sonhar, quero realizar. Não sei se serei capaz, por onde começar, o que fazer, sei que tenho que o fazer, que tem de ser. A little dream of me vem da música Dream a little dream of me, uma canção que tem várias versões, a minha favorita é da Áurea. Quero e preciso de algo leve. Algo que não traga um passado pesado agarrado. O meu Book of Conspiracies vai continuar a fazer parte de mim. Vou deixá-lo activo, pelo menos por agora. Aliás até vou manter algumas rubricas, as quais passei para aqui, assim como alguns outros textos. De resto não sei bem o que irá sair deste A little dream of me. Irão sair sonhos, ilusões, histórias, memórias. humor e falta dele, irão sair conquistas e percas. Irá sair um pouco de mim. Espero que saia um pouco de vocês também.

Marisa Maria*

Actualidade por uma menina de (quase) 6 anos

Na televisão estava a dar a notícia sobre o desaparecimento do polaco na Nazaré... Quando a minha princesa diz com muita naturalidade "Eles são parvos! Quem é que vai passar o ano na praia com este tempo?!".




Marisa Maria


2 de janeiro de 2016

Conta-te Poesia

O fantasma passa sem se fazer ver
Sinto um arrepio
Congelo
Um sussurro do passado
Um vulto do cansaço
Uma dor no peito
Um futuro sem leito

As memórias não passam de histórias
Invenções da cabeça
Conflito de corações

O que fui
O que sou
Só porquês
Ninguém vê
Ninguém quer ver
Não quer ser vista

Quero ser agarrada,
Alguém que persista
Para que eu não desista

Medos
Segredos

Marisa Maria

1 de janeiro de 2016

Pormenores da felicidade

Estar deitada na cama dos pais com a princesa ao lado a dormir. É tão linda esta miúda que me deixa louca e depois cobsegue dar-me tanta paz.

Marisa Maria